domingo, 24 de junho de 2012

D. Manuel António convida!

Caros amigos,
No dia 8 de Julho estarei a apresentar o meu livro "Momentos de Verde e Mar" na Igreja de São Sebastião, em Setúbal, a partir das 11.00 horas; e em Agualva Cacém, na Igreja de Santa Maria, a partir das 17.30 horas. No dai 12, como diz o convite, será a apresentação na embaixada de São Tomé e Príncipe, em Lisboa.
Espero que possam aparecer.
 
Reconhecido
 
+ Manuel António Santos CMF

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A “impressão digital” UASP


Do Bilhete de Identidade faz parte a impressão digital que, correntemente, é o elemento que melhor define a individualidade de uma pessoa. Um novo indivíduo tem uma identidade diferente de todos os outros que já existem.


Por analogia, a UASP – União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses, a dar os primeiros passos do seu ideário, no panorama nacional em que a sua acção se move, começa a definir a sua identidade, a pôr a sua “impressão digital” no movimento que esperamos crescente da sua acção.Poderão perguntar-se: mas que lugar tem uma entidade, feita de outras entidades já estruturadas, e que lugar lhe cabe, com diferenciação suficiente, que se não confunda com o que já existe? É uma boa pergunta que todos nós, os envolvidos, já fizemos, e para a qual acreditamos ter uma resposta, que se exprime na visão, missão e na própria identidade da UASP.


A UASP não nasceu do nada. Nasceu de ideias muito concretas, de investigação, de motivos e de motivação. Nasceu da emergência de uma necessidade, após se ter tomado verdadeiramente consciência da dimensão, do impacto, da acção, do contributo que os seminários deram à civilização e à sociedade contemporânea no Ocidente e, concretamente, em Portugal. No último século, em Portugal, contámos mais de 100.000 antigos alunos nos Seminários, que pulverizaram e influenciaram toda a cultura e a vida social do País. Existem Associações de antigos alunos, formais ou informais, em quase todos os Seminários Portugueses, movidas pelas amizades nas idades que mais profundamente marcam a vida e o crescimento das pessoas, e pela marca de cultura humanista, de princípios e de afectos às casas que, quiçá, foram o grande “trampolim” para uma vida diferenciada.

Mas faltava um verdadeiro elo de ligação entre estas estruturas individualizadas, que exiba a força conjunta deste grande fenómeno nacional, que as coloque em diálogo e interacção, que lhes facilite sinergias e, sobretudo, que as una num ambiente de contributo generalizado à Sociedade Portuguesa e à Igreja.

Parece-me ser este o grande desígnio da UASP, parece-me ser esta a leitura nas entrelinhas dos seus Estatutos e, por conseguinte, será esta a marca da sua identidade.

Para aprofundar este tema fundamental, vai realizar-se em Lamego nos dias 22 e 23 de Setembro próximo, uma jornada de reflexão e aprofundamento sobre a identidade e acção desta organização.

Para a preparação deste grande acontecimento, esteve reunida a equipa organizadora com intervenientes no Fórum de Setembro, precisamente na cidade de Lamego onde, para além das questões logísticas e práticas do evento, desfilaram ideias já muito concisas sobre as temáticas que vão ser reflectidas, à volta da identidade e acção da UASP.

O ambiente é profundamente acolhedor, belo e muito adequado à reflexão, e os anfitriões não deixaram nada ao acaso. Um bem hajam pelo acolhimento, é uma promessa de um trabalho de qualidade que sairá certamente do Fórum e, para o qual, contamos com máxima adesão.

Pelo Secretariado
Luís Matias

LASE em Lamego

A LASE (Liga de Antigos Seminaristas de Évora) esteve presente no Encontro da UASP, no Seminário de Lamego, no dia 16/06/2012, na Reunião preparatório do Fórum da UASP, que terá lugar na nossa Diocese nos dias 22 e 23 de setembro de 2012.







                               Galeria do Encontro

quinta-feira, 21 de junho de 2012

10 milhões de corações a palpitar!

Desculpem lá, mas não resisto:

FORÇA PORTUGAL!



Ordenação Sacerdotal em Lamego



No dia 1 de julho, domingo, pelas 16 horas, na Sé catedral, será ordenado sacerdote Ricardo Jorge Ribeiro Barroco, pelo nosso bispo D. António Couto. Estamos todos convidados a participar em mais uma dádiva sacerdotal que é oferecida à Diocese de Lamego.

Ricardo Jorge Ribeiro Barroco, natural da paróquia de Penude, cresceu cristã e vocacionalmente na paróquia de S. Tiago de Magueija, em Lamego. Ao longo do ano exerceu o seu estágio pastoral, como diácono, nas paróquias que estão ao cuidado do P. Amadeu Castro e P. Filipe Mendes em S. João da Pesqueira, Trevões, Várzea de Trevões, Castanheiro do Sul, Espinhosa, Valença do Douro e Desejosa.

Segue o testemunho do Diácono Ricardo:


Põe o Coração em tudo o que fizeres” (Cf. Col 3,23)
  No meio do mundo percebemo-nos frequentemente como demasiado pequenos e as nossas acções, por mais esforçadas que sejam, acabam constantemente por se revelarem passageiras. No fundo, parece que a nossa vida acaba sempre por desaguar num mar de nada devido à pequenez da nossa existência. Porém, algo se transforma em nós quando ouvimos Jesus explicar, numa das suas parábolas, a que se compara o Reino de Deus: à levedura! Jesus compara o Reino de Deus a um pouco de fermento que uma mulher coloca na massa do pão, bastando não mais que uma pequeníssima quantidade para fazer a massa levantar, transformar, modificar! (Mt 13, 33; Lc 13, 20-21). Este talvez seja o espírito que deve animar a quem se candidata, nos dias de hoje, ao ministério ordenado. 
    No meio de uma sociedade repleta das mais variadíssimas opções, onde o sacerdócio parece muitas vezes deslocado, aprendemos que este tem um aspecto incompreensível para aquela porque possui um carácter de perenidade. De uma alegria perene, que nunca acaba, porque centrada na raiz da própria Alegria. E, desta forma, vamos percebendo que o fermento que o sacerdócio deve representar, dentro das comunidades a que serve, deve estar sobre o sinal da Alegria, daquela que não tem fim. Ser fermento de alegria é possivelmente das ideias que mais podem conduzir alguém a aceitar um chamamento, uma vocação a que Deus sempre convoca, mas algumas vezes de uma forma tão particular como o sacerdócio ordenado. 
    Natural e  baptizado na comunidade de Penude, cedo fui viver para terras de Magueija. Pelas mãos do saudoso Rev. Padre Brás entrei no Seminário Nossa Senhora de Lourdes em Resende, para o 7º ano de escolaridade. Terminado o 12º ano, decidi ingressar no Seminário Maior de Lamego. E na vida damo-nos conta de que nada está decidido enquanto somos capaz de pensar a mudança. No final do terceiro ano em Lamego dou-me conta que a incerteza da vocação é demasiado grande para poder continuar. Interrompo o percurso em Lamego, continuando, porém, o curso teológico-filosófico na Universidade Católica Portuguesa. O qual terminei com a defesa da dissertação  sobre o existencialismo sartriano e a teologia da Esperança. Trabalhei e entrei ainda para a Faculdade de Economia e Gestão da UCP, mestrado de Gestão - o qual não cheguei a terminar porque se sente tantas vezes que o que fazemos não é o que fomos chamados a fazer. Reingresso no Seminário Maior de Lamego para o último ano, realizando o estágio pastoral nas paróquias ao cuidado do rev. Padre Ponciano dos Santos: Freixo de Numão, Murça, Seixas e Touça do arciprestado de Foz Côa. Um estágio bastante rico e importante.
    Em Outubro de 2011 inicio o meu estágio final nas paróquias ao cuidado dos reverendos padre Amadeu Castro e padre Filipe Pereira: S. João da Pesqueira, Trevões, Castanheiro do Sul, Espinhosa, Pereiro, Nagoselo, Soutelo, Espinho e Várzea de Trevões. A estas ainda se juntaram Valença do Douro, Desejosa, bem como durante meio ano as paróquias de Ervedosa do Douro, Casais e Sarzedinho enquanto o rev. Padre Luís Seixeira esteve em missão no Kosovo. A cada uma delas vai um agradecimento muito especial pela forma como me foram ensinando que o sacerdócio deve ser realmente aquele pedacinho de fermento. Isto numa terra onde o trabalho, apesar  de constante, é realizado de uma maneira inacreditavelmente faseada: pedaço a pedaço. As gentes durienses estão num trabalho hercúleo de moldar e transformar as próprias montanhas que as cercam. E isto é feito com uma parcelazinha de alegria que continua sem desanimar perante a imensidão do espaço. Cada um deles assumiu-se autenticamente como o pedacinho de levedura dentro de uma massa que é incomensuravelmente maior. E a beleza do que é feito vai aparecendo gradualmente, crescendo e mostrando ao mundo a beleza da dedicação e da alegria que não desiste. Este é um ensinamento que presenciei durante dias e dias, e que jamais esquecerei.
    São Paulo, na sua carta aos Colossenses, adverte-nos para que tudo aquilo que fizermos o façamos de todo o coração (cf. Col 3, 23). A felicidade está realmente em colocar todo o nosso ser à disposição de sermos felizes. Muitas vezes desejamos ser felizes, todavia a nossa procura diária está precisamente nos antípodas. A certeza de um Deus  que olha para cada um de nós com uma face risonha dá-nos a força necessária para que no”tudo” possamos colocar o nosso “todo“.  E esse “tudo” é sempre a comunidade dos Seus filhos, o Próximo de que nos fala invariavelmente o próprio Cristo.  Colocar o coração em tudo o que se faça, de modo a que possamos ser fermento de Alegria no meio do mundo é, sem sombra de dúvida, o grande imperativo do sacerdócio e a grande disposição da autêntica comunidade cristã.

Diác. Ricardo Barroco 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

ASEL e Estrela Polar no Rotary Club da Senhora da Hora


A Senhora da Hora  organizou este ano a reunião conjunta dos clubes que reúnem à quinta-feira; estiveram presentes 93 pessoas representando mais de 10 clubes .
Para Conferencista convidamos o Filósofo, Teólogo e Prof. da Universidade de Coimbra, Pe. Anselmo Borges.
No dia 31 de maio de 2012, com a Sede completamente cheia, a reunião abriu com uma actuação do Coral da Amizade do Rotary Club da Senhora da Hora e a seguir ao jantar  Pe.Dr. Anselmo Borges, apresentado pelo PGD Artur Lopes Cardoso, brindou os presentes com uma brilhante palestra subordinada ao tema:
“Rotary e os Caminhos da Paz” durante a qual a assembleia ficou presa e concentrada nos conteúdos expostos, abordados com elevada profundidade e evidente clareza.                             
Sobre a palestra , escreveu  o compº António Condé Pinto:
 «O Padre Anselmo Borges começou a sua palestra com uma observação muito interessante. Quando nascemos e, quando comparados com os «outros» animais, estamos por «acabar», não sobreviveríamos pelos nossos próprios meios. Iniciámos, então, um processo de construção que se torna na nossa principal missão. Este processo dura a nossa vida.
Esta observação do Padre Anselmo tem, julgo eu, dois pressupostos.
Primeiro, a «criação» é um processo contínuo. Segundo, Deus não pode fazer o que é nossa responsabilidade fazermos. Se o fizesse seria certamente um deus menor. E a tarefa de nos construirmos, não esquecendo as circunstâncias sociais e culturais entre outras, que a influenciam, é responsabilidade de cada um de nós.
O processo individual de construção leva-nos directamente à questão da paz,
O Padre Anselmo Borges relembrou-nos Santo Agostinho e a sua definição de paz, «a tranquilidade na ordem», definição chave que o orador foi usando ao longo da noite, de forma explícita e implícita.
Com uma visão consistente de que não pode haver paz social se os conflitos internos não estiverem resolvidos, isto é, não seremos criadores de paz se não vivermos em paz, Anselmo Borges saltou da paz individual para o papel das organizações na construção da paz, referindo-se às organizações políticas, económicas, sociais e culturais.
A partir daqui Anselmo Borges chegou com naturalidade à paz social e mantendo a sua linha de ligação da palestra à vida, bem referiu a situação de Portugal e que não haverá paz se os sacrifícios não forem distribuídos por todos.
Esta referência ao papel das organizações levou-nos à globalização do processo de paz.
Anselmo Borges terminou a sua palestra com uma reflexão sobre o importante papel do movimento rotário na construção da paz, como laboratório de paz, reflexão que muito nos responsabiliza a todos.»
Ao Pe. Anselmo, amigo e conhecido de longa data,  reconhecido agradeço a a deslocação efetuada ao Rotary Club da Senhora da Hora e a brilhante palestra  que nos  fez.
                                                                                                *Adão SequeiraIn  http://pausresende.blogspot.pt/ 
Nota: Mais informações com reportagem fotográfica podem ser encontradas na página do  Facebook do Rotary Club da Senhora da  Hora (link) 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

MEC volta a escrever (parte II)

(Afinal, Deus leu a carta de MEC! Ou será que foi ele que não reparou nisso?)


"Desta vez, a Maria João teve sorte. Nunca tinha visto uma médica a chorar. Foi a Maria João que puxou as lágrimas, quando a Dra. Teresa Ferreira lhe disse que não havia mais metástases dentro dela. Ficámos os três a chorar e a olhar para os outros olhos a chorar.

A minha amada já tinha esquecido o futuro. Já não queria saber da casa nova, do tecido para forrar os sofás, do Verão seguinte. Estava convencida que estava cheia de metástases. Doía-lhe o corpo todo. Tinha desanimado. Estava preparada para a morte. Só a morte é mais triste. Tinha-se preparado para ouvir o que já sabia, para não se assustar quando lhe dissessem que o cancro na mama tinha voltado e que se tinha espalhado por toda a parte.

Depois - mas não logo, porque não é de momento para o outro que se desmorre - voltou a ver vida pela frente. Reapareceu um horizonte e um caminho até lá, com passos para dar. "São tão raras as boas notícias", disse a médica, "e é tão bom dá-las, vocês não imaginam". Nós não imaginámos. Começámos a chorar. As lágrimas ajudam muito. As dos outros especialmente. Chorar sozinho não tem o mesmo efeito. A Maria João tem chorado por razões tristes. Desta vez estava a chorar de felicidade.

Como chora cada vez que ouve ou lê palavras doces, a dar força, a partilhar a dor, a juntar-se para que ela saiba que há muita gente a sofrer com ela, tal é a vontade delas que ela não sofra. Ou sofra pouco. Embora isto de se ficar vivo também se estranhe um bocadinho.»

CARTA A DEUS

A mulher de Miguel Esteves Cardoso foi operada no passado dia 30 de abril a um tumor que se alojou no cérebro. No dia 1 de maio, na crónica que habitualmente escreve para o jornal "Público", MEC escreveu, depois de um dia que foi talvez o mais longo das suas vidas, para colocar a sua Maria João nas mãos dos médicos e cirurgiões. E no dia 3 de maio, MEC confiou-a a Deus, escrevendo-lhe uma carta: "Ajuda a Maria João, se puderes. Faz o que só um Deus pode fazer". 


Carta a Deus

Deus, Bem avisaste que eras um Deus invejoso e vingativo. 
Também sei que Job era um caso-limite: uma ameaça do que eras capaz. 
Nem eu nem a Maria João temos um milésimo da obediência e da resignação de Job. E castigaste-nos menos. Mas foi de mais.
De certeza absoluta que nos amamos mais um ao outro do que te amamos a
Ti. Sabemos que isto não está certo. Mas foste Tu que nos fizeste assim. Admite: deste-nos liberdade de mais. Foste presunçoso: pensaste
que Te escolheríamos sempre primeiro. Enganaste-Te. Quando inventaste
o amor, esqueceste-te de que seria mais popular entre os seres humanos
do que entre os seres humanos e Tu. Por uma questão de tangibilidade.
E, desculpa lá, de feitio. Tu, Deus, tens o pior das arrogâncias
feminina e masculina. Achas que só existes Tu. Como Deus, até é capaz
de ser verdade. Mas, para quereres ser um Deus real e humanamente
amado, tens de aprender a ser um amor secundário. Sabemos que és Tu
que mandas e acreditamos que há uma razão para tudo o que fazes, mesmo
quando toda a gente se lixa, porque não nos deste cabeça para Te
compreender. Esta deficiência foi uma decisão tua: não quiseste dar-nos a inteligência necessária.
Mas deste-nos cabeça suficiente para Te dizer, cara a cara, que nos
preocupamos mais com os entes amados do que contigo.

Ajuda a Maria João, se puderes. Se não puderes, não dificultes a vida
a quem pode ajudar. Faz o que só um Deus pode fazer: reduz-te à tua
significância. Que é tão grande.


Miguel Esteves Cardoso, in jornal "Público" de 3 de Maio de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Recordando o Encontro Nacional


Com novos contributos cedidos por um aselista disponibiliza-se o álbum do Encontro Nacional, agora mais enriquecido.

Aniversariantes de junho

Neste mês de junho celebram a data do seu aniversário os aselistas que se encontram na lista que se publica!
É uma oportunidade para lembrar os amigos e de fazer comunhão.
Um gesto, uma atitude, uma palavra no dia oportuno e no momento certo faz toda a diferença!
Lista completa aqui!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

ASEL DE LUTO!


Faleceu o nosso amigo e Vice-Presidente da Asel, José Alves Maravilha!
O corpo ficará em câmara ardente na Igreja das Chagas, em Lamego, e o funeral será dia 01/06/2012 (sexta-feira) celebrando-se a missa de corpo presente pelas 15H30, na mesma igreja, após a qual sairá o cortejo fúnebre rumo ao cemitério de Penude.




A ASEL apresenta a toda a família as mais sentidas condolências e presta o seu (singelo) tributo ao homem, ao aselista e ao amigo pelo seu contributo, pela sua presença e pelo seu testemunho de vida que é uma referência para todos nós.

O que temer? Nada.
A quem temer? Ninguém.
Porquê? Porque aqueles que se unem a Deus obtêm três grandes previlégios: omnipotência sem poder; embriaguez sem vinho e vida sem morte.
São Francisco de Assis
Recordando o aselista sem nunca esquecer o amigo













Todas as fotos aqui     

segunda-feira, 28 de maio de 2012

EM LAMEGO FORUM DA UASP


Imagem intercalada 1 UASP em Fórum: identidade e missão!
                            

Com o seu reconhecimento canónico e civil, a UASP – União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses, diocesanos e religiosos, concluiu a fase da estruturação, e com o fórum sobre a sua identidade e missão, a realizar nos dias 22 e 23 de Setembro, no Seminário Diocesano de Lamego, dá início a uma nova fase, dedicada à reflexão e debate sobre as suas principais linhas de acção.  

Para trás ficam quatro anos de intensos contactos que nos permitiram reconhecer a importância deste espaço eclesial! Eles fizeram-nos descobrir afinidades, reunir vontades, congregar esforços e realizar não só o primeiro congresso dos antigos alunos dos seminários portugueses, como pensar numa estrutura nacional, a que se chamou União, criada em Leiria a 17 de Setembro do ano passado, por iniciativa de onze Associações diocesanas e religiosas.

Com este Fórum pretende-se reflectir sobre o lugar da UASP na Igreja e na Sociedade e concretizar melhor o serviço que ela pode e deve prestar às Associadas e seus membros. Mais, conscientes do muito que recebemos, não podemos voltar-nos só para nós! O tempo que nos é dado viver exige o nosso melhor! Marcado por profundas e rápidas mudanças, pede-nos envolvimento nos trabalhos da nova evangelização e ousadia na construção de uma cultura de justiça e generosidade que leve à reinvenção da esperança!

O programa do evento divide-se em três partes: iniciaremos com uma conferência sobre Os horizontes do projecto de participação eclesial e social da UASP. Prosseguiremos com intervenções das Associações em três painéis cujos temas são extraídos do artigo segundo dos Estatutos: o primeiro painel orienta-nos para o serviço do bem comum; o segundo centra-nos no papel que deverá desempenhar esta estrutura nacional, enquanto espaço de encontro e representação; e o terceiro visa estabelecer formas de ajuda entre as associadas, no respeito pela identidade de cada uma delas. Terminaremos com uma reflexão, em pequenos grupos, que, partilhada em plenário, nos deixará pistas de acção para os próximos anos.

Para esta iniciativa convidamos não só as Associações dos antigos alunos dos seminários diocesanos e religiosos que já aderiram, como também as outras, constituídas ou não formalmente, com estatuto canónico ou civil, bem como os movimentos e grupos informais de antigos alunos dos seminários portugueses ou mesmo antigos alunos a título individual, que estejam interessados em debater as linhas programáticas desta plataforma nacional.

Leiria, 26 de Maio de 2012

O Presidente da Direcção
P. Manuel Armindo Pereira Janeiro
Quem pretender pode já fazer inscrição no FORUM utilizando a ficha de inscrição disponível aqui.
Mais informações junto do Avelino Pereira - 962748871
CARTAZ
DESDOBRÁVEL

FICHA DE INSCRIÇÃO

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lar Hotel Dr. José Dias Gabriel

No passado dia 19 de Maio de 2012, deu-se em Resende a Inauguração do Lar Hotel Dr. José Dias Gabriel e homenagem ao Provedor. Entre convidados, funcionários, utentes, e irmãos da misericórdia estavam também presentes o Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, Dr. António Almeida Henriques, Diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Viseu e Presidente da Câmara Municipal de Resende, Eng.º António Borges. 
A ASEL presta o seu tributo e congratula-se com o aselista e Provedor Dr. José Dias Gabriel, que está ao serviço da Misericórdia há 33 anos, (sendo 3 anos como Secretário da Mesa Administrativa, 12 anos como Vice-Provedor e 18 como Provedor), em homenagem ao qual foi descerrado um busto, colocado no jardim envolvente à obra. Após este momento de reconhecimento e homenagem, procedeu-se à bênção e inauguração do lar hotel, presidida pelo Pe. Martins. De seguida, iniciou-se uma breve visita às instalações - o projeto foi realizado pela arquiteta Liliana Pinto e pelo Engenheiro Hélder Pinto, e então construído pelo empreiteiro José Fernando Pinto – dotada de 8 residências individuais, e 11 residências de casal para idosos, a partir dos 65 anos. (fonte: Notícias de Resende - www.noticiasderesende.com)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Famílias solidárias!



O bispo de Aveiro pediu este domingo às famílias da diocese reunidas em Calvão, Vagos, para acentuarem “o valor da generosidade, a capacidade de empenhamento social” e a solidariedade “com os que mais sofrem”.
Na homilia da missa, enviada à Agência ECCLESIA, D. António Francisco dos Santos lembrou as famílias da diocese “que vivem momentos difíceis, seja pela rutura do amor e da fidelidade, seja pela provação trazida pela doença, pelo luto, pela falta de trabalho, pela violência, pela descriminação, ou pelas incertezas e apreensões diante do futuro”.
“O protagonismo das primeiras comunidades cristãs e das de hoje não estava nem está na sua relevância social” mas na conformidade aos mandamentos, afirmou durante a eucaristia da Festa Diocesana das Famílias, realizada no Colégio de Nossa Senhora da Apresentação, 250 km a norte de Lisboa.
O vigor do catolicismo depende da “radicalidade da vida cristã, celebrada em comunidade, das opções assumidas, em família, por amor”, de modo que “cada um e a Igreja no seu todo sejam sal da terra e luz do mundo, âncora e farol de esperança”, referiu.
A festa constituiu a oportunidade para que cada família volte a propor-se “as grandes razões da sua fé, da sua esperança e do seu amor, alicerces sólidos e imprescindíveis para a valorização do matrimónio e para o sentido cristão” da existência, apontou.
O prelado sublinhou que a família é “sinal da presença ativa de Deus, espaço abençoado onde florescem as vocações para a vida sacerdotal e consagrada”, além de constituir “testemunho do caminho de amor e de felicidade”, fatores que levam a Igreja a acentuar o seu “valor sagrado”.
No dia em que os católicos evocaram a ascensão de Cristo ao céu, D. António Francisco dos Santos pediu aos participantes para se abrirem ao diálogo “com todos aqueles a quem faltam razões ou não sentem coragem nem possibilidade para celebrar festa como família”.
RJM in AE.

Não há recursos no céu!




 O arcebispo de Braga disse este sábado a um grupo de advogados que no dia do juízo definitivo de Deus sobre a existência humana não vai haver artifícios jurídicos que alterem o veredicto ou suspendam a sua aplicação.
“Certamente que todos nós já imaginámos o momento do nosso julgamento final. Se calhar, até já pensamos nos argumentos que vamos usar para tentar seduzir o São Pedro a nos deixar entrar no paraíso”, afirmou D. Jorge Ortiga na missa celebrada durante o encontro regional dos causídicos do Norte, realizado em Guimarães.
Na homilia, publicada no site da arquidiocese bracarense, o prelado vincou que é inútil “optar por uma boa argumentação retórica, alterar factos ou pedir recurso jurídico”, dado que “Deus não é juiz” e a decisão definitiva é determinada pela “vivência do evangelho”.
“Nós é que somos os juízes de nós próprios”, acentuou D. Jorge Ortiga, que resumiu a linguagem jurídica dos cristãos ao “amor”, superando o “cumprimento rígido das 613 leis” estabelecidas pelos fariseus, uma das mais importantes correntes judaicas ao tempo de Cristo.
O responsável pela ação social dos organismos da Igreja Católica em Portugal frisou que “o novo legalismo de Jesus incorpora em si a categoria do perdão”, que perante o incumprimento da lei se apresenta “como uma oportunidade de emenda, de crescimento” e de “correção”, e não “mero castigo ou punição”.
D. Jorge Ortiga recordou Santo Ivo (1253-1303), religioso franciscano de origem francesa que é o “patrono dos advogados, procuradores, juízes, juristas, notários, órfãos e abandonados”.
“A defesa intransigente dos injustiçados e dos necessitados deu-lhe o título de ‘advogado dos pobres’, um título que continuou merecendo ao tornar-se sacerdote e ao construir um hospital, onde ele próprio também cuidava dos doentes”, assinalou.
O prelado salientou que a “missão de exigir os deveres e defender os direitos de todos os homens, particularmente dos mais fragilizados” deve orientar a conduta profissional dos advogados.
“A busca da verdade” é “o melhor contributo” que os causídicos podem oferecer à cultura, referiu ainda D. Jorge Ortiga, acrescentando que Cristo é a “a autêntica verdade” porque a sua mensagem oferece “a plenitude da dignidade da pessoa”. in AE
Homilia completa aqui

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Encontro Nacional 2013

Para que possam proceder, com a devida antecedência, à marcação das vossas agendas e compromissos em 2013, lembramos que ficou marcada a data de 4 de maio de 2013 como o dia do próximo ENCONTRO NACIONAL a ter lugar no Seminário de Resende.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Diocese de Bragança com nova configuração pastoral


O bispo de Bragança-Miranda vai dar uma nova configuração à diocese com o agrupamento das mais de 320 paróquias em “cerca de 40 unidades pastorais”.
Em declarações à Agência ECCLESIA, o prelado diz pretender “reduzir a carga jurídico-pastoral” e adianta que os arciprestados [conjunto de paróquias], atualmente 12, que equivalem às sedes de concelho, “vão ser reduzidos, talvez para menos de metade” com o intuito de responder “com mais e melhor qualidade aos desafios da evangelização”.
A diocese tem 6545 quilómetros quadrados de superfície e registou uma população de 136 459 habitantes, segundo os resultados preliminares do Censos 2011.
O bispo admite que a Igreja local tem de enfrentar “imensos desafios”, mas “o principal é a própria missão e o evangelizar”, precisando, para isso, de superar uma ideia de instituição “muito clericalizada”.
Reconhecendo que os padres “são imprescindíveis”, D. José Cordeiro pretende que os leigos “tomem cada vez mais consciência do seu lugar e da sua missão” naquela igreja local.
Atualmente, a diocese transmontana tem quatro diáconos permanentes e vão ser “propostos mais três à ordenação que já tinham feito a formação há mais de dez anos”, avança.
Com o intuito de oferecer formação, no próximo mês de Outubro vai arrancar naquele território o Instituto Diocesano de Estudos Pastorais (IDEP), centralizado inicialmente em Bragança, mas que depois “irá funcionar nos vários arciprestados”.
O instituto esteve inativo cerca de uma década e vai surgir com “novas valências, tanto para o diaconado permanente como para os vários ministérios laicais”.
D. José Cordeiro, de 44 anos, é bispo de bispo de Bragança-Miranda desde julho de 2011.
O prelado foi vice-reitor do Pontifício Colégio Português, em Roma, entre 2001 e 2005, ano em que foi nomeado reitor do mesmo estabelecimento, cargo que ocupou até 2011.
O território da Diocese de Bragança-Miranda pertenceu à Arquidiocese de Braga até 1545, ano em que, a 22 de maio, o Papa Paulo III, pela bula ‘Pro excellenti Apostolicae Sedis’, criou a Diocese de Miranda do Douro, constituída pelos arciprestados de Miranda do Douro, Bragança, Lampaças, Mirandela e Monforte.
Dois séculos mais tarde, pela breve ‘Pastoris Aeterni’ de 1770, o Papa Clemente XIV desmembrou a Diocese em duas: a de Miranda, confinada ao arciprestado do mesmo nome, e a de Bragança, formada pelos quatro restantes.
A delimitação atual da diocese data de 1922, ano em que o Papa Pio XI, pela bula ‘Apostolicae Praedecessorum Nostrorum’, criou a Diocese de Vila Real; a Diocese de Bragança-Miranda passou então a coincidir com os limites civis do Distrito de Bragança.
LFS/OC - AE

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dia Internacional da Família - o drama da falta de trabalho


 O Dia Internacional da Família que se celebra a 15 de maio é este ano dedicado à relação dos núcleos familiares com o mundo do trabalho, num momento de crise económica e financeira.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sublinha na sua mensagem para esta celebração que é necessário encontrar “um equilíbrio”, permitindo que os trabalhadores “possam sustentar as suas famílias, financeira e emocionalmente, ao mesmo tempo que contribuem para o desenvolvimento socioeconómico das suas sociedades”.
O Dia Internacional da Família é assinalado anualmente a 15 de maio, por resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas de 1993.
Em Portugal, a Associação Famílias assinala a data chamando a atenção para a situação dos agregados familiares, que “não cessa de se degradar”.
Numa mensagem enviada à Agência ECCLESIA, a instituição alerta para uma “crise social”, realçando ainda que o atual panorama familiar “é grave e faz, por consequência, perigar a própria civilização que se vê já mergulhada na deriva ética do relativismo agressivo”.
“A ditadura do ‘pensamento único’ está aí e ameaça amordaçar quem ler por outra cartilha”, lamenta a Associação Famílias, que pelo 19.º ano consecutivo assinala o Dia Internacional.
A comemorar as suas bodas de prata (25 anos), a associação refere também que “já não bastava a gravíssima crise económica e financeira em que nos mergulharam e onde pretendem afogar os que ainda teimam em sobreviver”.
Perante estas atitudes, a Associação Famílias frisa que a “crise social” é notória e visualiza-se através da “catástrofe demográfica, desemprego galopante, violência(s) que tingem os quotidianos, desnorte ético, perda avassaladora da memória coletiva, fosso cada vez maior entre ricos e pobres, morte progressiva e sistemática da chamada ‘classe média’, insensibilização direcionada agressivamente contra os velhos, os deficientes e excluídos”.
Em Coimbra, o presidente do Secretariado da Pastoral Familiar da diocese defendeu a necessidade de novas medidas sociais, políticas e fiscais para, em contexto de crise, assegurar o futuro das famílias portuguesas.
Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, Jorge Cotovio recorda o “cenário pessimista e depressivo” que envolve muitos maridos e mulheres, marcados pelo desemprego e trabalho precário.
“Mesmo que emigre toda a família, quantos escolhos não surgem nos primeiros tempos, que condicionam as relações entre os entes familiares?”, questiona aquele responsável, que acrescenta a este “quadro sombrio” a manutenção de “políticas públicas e fiscais nada favoráveis” à “célula base da sociedade”.
O 7.º Encontro Mundial das Famílias, que vai decorrer em Milão, Itália, entre 29 de maio e 3 de junho, promovido pela Santa Sé, tem como tema ‘A família: o trabalho e a festa’.
JCP/LFS/OC - AE

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A "Saúde" da ASEL

Mais pormenores na página "Notícias de Associados".

Agradecimento

A ASEL quer publica e reconhecidamente agradecer a quem tão bem nos recebeu, e serviu, neste Encontro Nacional. Ao Seminário de Lamego, através da sua Equipa Diretora e dos seus seminaristas, que foram incansáveis no apoio logístico e no serviço do almoço, e ao Seminário de Resende, na pessoa do seu Vice-Reitor e seminaristas presentes, o nosso sincero e reconhecido bem-haja. Na vertigem dos acontecimentos e na azáfama das atividades nem sempre se dá o devido mérito e nem sempre se mostra, de forma adequada, a merecida gratidão.
Porque os Seminários foram a nossa razão de ser e moldaram a nossa forma de existir, não poderia ser de outro modo: a ASEL está profundamente AGRADECIDA!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Bispos da Diocese de Lamego

Da sala/sede da ASEL para a "praça pública" da comunicação on line temos todo o gosto em publicar e divulgar a lista de Bispos oriundos da Diocese de Lamego. Pela origem diocesana, pela importância que constitui a sua ligação à ASEL e pela dimensão do papel que todos têm na Igreja, é para nós motivo de orgulho expor este quadro de honra.
Consulta a lista aqui

terça-feira, 8 de maio de 2012

Notícias da UASP


Imagem intercalada 1UASP – União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses

Passos de um sonho … já realidade!
No passado dia 27 de Abril, o Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, assinou o Decreto de reconhecimento Canónicoda UASP, dando assim existência legal, à luz do direito canónico e, pela Concordata, do direito civil, a esta estrutura nacional, que queremos ao serviço dos ideais humanistas da Igreja e da sociedade.
A UASP congrega Associações de antigos alunos dos seminários portugueses, Diocesanos e Religiosos, no território nacional (de Bragança à Madeira). Vem dar corpo a um sonho que surge da ideia de congregar e fazer interagir forças emergentes de um fenómeno global e de importância nacional marcantes: o espírito e a cultura introduzidos na sociedade do último século, a partir dos Seminários Portugueses, no que respeita aos valores, à ciência e cultura em geral.
Com a ideia de que os Seminários em Portugal tiveram uma importância fundamental na educação e na cultura do séc. XX e XXI, e porque o verdadeiro impacto desse fenómeno nem estava estudado, nem era devidamente relevado, pensou-se dar um contributo para aprofundar este tema, através da reflexão em um congresso nacional. Assim, recolhidos os apoios indispensáveis para o êxito de um empreendimento desta envergadura, dos quais destacamos a anuência e incentivo permanentes de D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva, Monsenhor Luciano Gomes Paulo Guerra e do Santuário de Fátima, efectuou-se no dia 28 de Junho de 2008 a primeira reunião para a qual foram convidadas todas as Associações de antigos alunos dos seminários portugueses, e da qual saiu uma Comissão Organizadora constituída pelas Associações de Braga, Leiria, Franciscanos, Maristas, Salesianos e COPAAEC.
De 24 a 26 de Outubro de 2009, realizou-se o 1º Congresso, sob o tema: “Seminários: da memória à profecia”, com símbolo e hinos próprios. Para o Congresso realizou-se um inquérito nacional em duas fases, desenvolvido pela Universidade Católica Portuguesa. Dos trabalhos do Congresso foram publicadas as Actas.
As conclusões do Congresso, o conhecimento deste fenómeno e o reconhecimento da sua importância e impacto na vida e cultura portuguesas do século XX, dentro e fora da Igreja, colocaram o imperativo moral de dar continuidade ao espírito e ao trabalho do mesmo. Para tal, criou-se formalmente um grupo de trabalho em 3 de Outubro de 2009, que propôs a criação de uma estrutura nacional, elaborou uma proposta de estatutos, auscultou as Associações e discutiu com elas a orientação dos trabalhos.
Em 17 de Setembro de 2011 realiza-se uma Assembleia Geral onde se decidiu a constituição da UASP e se aprovaram os Estatutos da União. Em 3 de Dezembro de 2011, na primeira Assembleia Geral ordinária da UASP, aprovou-se o Regulamento Interno, e com a apresentação de um plano de actividades estruturado, iniciámos praticamente o funcionamento regular desta União de Associações.
Finalmente, em 27 de Abril passado, vimos, então, reconhecido oficialmente este labor, e passámos a ter condições para desenvolver uma actividade regular e contínua, estruturada, e que pretendemos útil para a sociedade e para a Igreja. Esse é o sonho. E o primeiro grande passo… está dado!
Entretanto, mesmo na sua gestação, a UASP, nos últimos 2 anos, já mexeu para o exterior, concretamente, com uma jornada de reflexão em Junho de 2010; uma jornada cultural na natureza (Serra dos Candeeiros) em Abril de 2011; um retiro espiritual em Março de 2012 e outra actividade cultural em Abril de 2012 (Gerês, Braga – capital europeia da Juventude, e Guimarães – capital europeia da Cultura).

segunda-feira, 7 de maio de 2012

ECOS DO ENCONTRO NACIONAL


A Associação de Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Lamego realizou, mais uma vez, o Encontro Nacional dos associados. Este ano, o encontro teve lugar no Seminário Maior de Lamego, nos dias 4 e 5 de Maio, integrado nas comemorações do cinquentenário desta casa e escola sacerdotal.
No dia 4, à noite, realizou-se uma sessão de apresentação do livro “Da Minha Janela – A Inquieta Curiosidade do Olhar”, da autoria do Pe. Dr. João André Ribeiro, sessão que contou com a presença de muitos seus conterrâneos e aselistas. Depois de apresentadas algumas notas biográficas do autor do livro, por um membro da direcção da ASEL, o qual se referiu ainda às superiores qualidades humanas e profissionais do Pe. Dr. João André, que fora seu professor, foi apresentado o livro pelo Bispo de S. Tomé e Príncipe, D. Manuel António Mendes dos Santos. “Da Minha Janela – A Inquieta Curiosidade do Olhar” é a ‘reflexão livre de um Homem, o testemunho de um crente e a vida de um sacerdote, em tempos em que os filósofos parecem ter abandonado o amor ao saber e os crentes se dissolvem no fustigar do secularismo’, segundo o prefácio, da autoria do Reitor do Seminário Maior de Lamego, Pe. Doutor Paulo Alves.
A noite, que se pretendeu ser ainda um momento de gratidão do Seminário e da ASEL ao Padre João André, por tudo o que nos ensinou e partilhou connosco, terminou com um Porto de Honra, onde o convívio teve lugar de destaque.
O dia 5 foi preenchido por quatro momentos distintos: a Assembleia Geral, a Eucaristia, o almoço e o passeio no comboio turístico pela cidade de Lamego. Após as habituais intervenções estatutárias, de aprovação de contas e de atas do ano anterior, na Assembleia Geral destacou-se, este ano, a eleição dos novos órgãos sociais que, à falta de outra lista concorrente, voltaram a ser reconduzidos por mais um triénio. Foi, ainda, apresentado e colocado à apreciação e ratificação da Assembleia a proposta do Hino da ASEL que a Direção encomendou ao Maestro Pereira Pinto. Este fez questão de explicar o sentido da letra e da música que compõem o Hino tendo sido este unanimemente aprovado pela Assembleia que, de imediato o escutou e entoou. A direção propôs ainda, na Assembleia, um Publico Louvor ao associado nº 1, Adão Sequeira pelos serviços prestados e dedicação posta em prol da associação, entregando-lhe um Diploma de Mérito alusivo a esta menção.  De um modo geral fica ressalvado desta assembleia as diversas intervenções que se congratulam com o trabalho desempenhado e confiam que estará a associação no bom caminho para continuar a cumprir os objetivos estatutários de unir e servir os antigos alunos dos nossos seminários. Ainda a tempo do encerramento dos trabalhos chegou o nosso Bispo, D. António Couto que, de seguida e juntamente com o Bispo de S. Tomé e Príncipe e os sacerdotes presentes concelebraram a Eucaristia com a participação dos seminaristas e animação litúrgica dos aselistas que, no momento habitual da ação de graças ofereceram um ramo de flores a Nossa Senhora evocando a figura maternal de Maria como a mãe de todos e representante de todas as mães. A Eucaristia terminou com a entoação do hino, desta vez já mais afinadinho e quase a roçar a perfeição da harmonia vocal dos presentes que, não fosse a fraqueza provocada pela já avançada hora e motivada pela vontade de comer, estaria muito mais forte e pujante. Pois de almoço se tratou de seguida, servido pelo Seminário, que acalentou o estômago e retemperou as forças ao som sempre alegre das concertinas de Lamego que abrilhantaram com belas execuções o ritmo e o compasso das garfos e facas. Momento sempre propício ao convívio, à troca de impressões e expressões, o almoço terminou com o já tradicional bolo de parabéns à ASEL que cumpriu assim mais um ano de mandato e de existência feliz. O programa incluía a seguir ao almoço um passeio no comboio turístico pela cidade de Lamego que, diz quem lá foi (penitência minha que não pude ficar) que contituiu mais um momento alto de convívio e de grande amizade trocada pelas ruas da cidade com uma paragem obrigatória ao fundo da escadaria dos Remédios para uma prova de vinho e presunto.
A participação dos aselistas, este ano, não foi das mais significativas mas contou com cerca de 80 aselistas que, de corpo e alma, mantiveram vivo o espírito da ASEL e são a garantia visível de que há muito "sangue" a correr nas veias da associação. Muitos outros gostariam de ter vindo e, por uma ou outra razão, não puderam vir e manifestaram à Direção o seu pesar pela ausência no Encontro, estando em espírito bem próximos e unidos.
A nova (e antiga) direção fica com a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho que foi, desde sempre, desenvolvido até aqui e tem evoluído de forma natural e sistemática. Sem qualquer promessa "eleitoral ou política" feita pelo (novo) Presidente o tempo dirá se a "pedalada" destes três anos se vai manter contando, desde já, com a colaboração, a solidariedade e o contributo de todos os aselistas.
A todos quantos contribuem de forma solidária e positiva na construção desta ASEL, incentivando, dando ideias, apoiando as iniciativas, colaborando de diversas formas (e feitios) com esta Direção fica, desde já, o nosso bem-haja sem esquecer que é "imperativo de consciência" continuar com esta missão. Há muitos e bons aselistas espalhados por este mundo fora e contamos com todos esperando que se manifestem com o seu sempre valioso contributo para esta causa.
De seguida deixamos um espólio de elementos relacionados com o Encontro desde, a já famosa, Galeria de Fotografias das estrelas, até ao poema lido no momento da Ação de Graças na Eucaristia, passando pelos Poemas enviados pelo nosso, já bem conhecido, poeta Nuno de Santa Maria Pascoal, sem esquecer o arrebatador discurso do nosso Presidente na Assembleia Geral.


Podes ver aqui:
>Galeria fotográfica do dia 4 de maio
>Galeria fotográfica do dia 5 de maio
>Homenagem às mães com oração à Mãe
> Soneto 1 (N.S.M.Pascoal)
> Soneto 2 (N.S.M.Pascoal)