Caros amigos da Direção da ASEL.
Levo ao vosso conhecimento que na madrugada do dia 28 de fevereiro de 2014 faleceu no Hospital «Padre Américo» em Penafiel, o Padre Manuel de Jesus Cardoso Moura, Pároco de Santiago de Piães.
O Pe. Manuel Moura nasceu em S.Cristovão de Nogueira do Concelho de Cinfães no dia 23 de abril de 1944
e foi ordenado sacerdodte em 28 de agosto de 1982.
Após a sua ordenação foi nomeado pároco de Santiago de Piães, onde permaneceu até ao seu falecimento.
O funeral é amanhã, dia 1 de março na Igreja de Santiago de Piães às 11h00 e o seu corpo, segundo a sua vontade expressa, ficará sepultado no cemiterio local, no meu cemitério onde estão sepultados, entre outros, o Pe. Jerónimo Nogueira, o Pe. Daniel da Costa e o Pe. Agostinho de Jesus e Sousa.
Paz à sua alma.
Adão Sequeira
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Direção da ASEL reune no Seminário de Lamego
Mias desenvolviemntos decorrentes deste Encontro serão publicados aqui.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Padres de Aveiro tentaram evitar saída de D. António Francisco para o Porto
Novo bispo substitui D. Manuel Clemente após nove meses de espera;
processo levantou muitas críticas em Aveiro, Porto e Lamego
(in http://religionline.blogspot.pt/2014/02/padres-de-aveiro-tentaram-evitar-saida.html)
Um grupo de quatro
padres da diocese de Aveiro tentou ontem, numa iniciativa de última hora,
evitar a saída do actual bispo da diocese para o Porto. Sem sucesso: D. António
Francisco foi nomeado esta manhã como
sucessor de D. Manuel Clemente, nove meses depois da saída deste último para patriarca de Lisboa.
A
informação, confirmada por RELIGIONLINE junto de várias fontes, não mereceu,
até agora, qualquer comentário da Nunciatura do Vaticano em Lisboa, apesar do
pedido de esclarecimentos feito ao final da manhã de hoje.
A reunião de
ontem decorreu de forma cordata, tanto quanto foi possível apurar. Mas o
núncio, o arcebispo italiano Rino Passigato, terá insistido com os quatro
padres na irreversibilidade da decisão. O argumento invocado foi o da
obediência ao Papa – embora a decisão seja, essencialmente, tomada pelo próprio
representante diplomático da Santa Sé no país.
O padre João
Gonçalves, da diocese de Aveiro, disse ao RELIGIONLINE que o sentimento de
“mágoa” da diocese é “muito profundo”: D. António Francisco “está cá há muito
pouco tempo [desde 2006] e, em poucos meses, temos uma segunda perda, depois da
morte de D. António Marcelino”, em Outubro, lamenta.
João
Gonçalves, responsável nacional pelas capelanias prisionais, acrescenta que,
quando alguém é nomeado como bispo residencial de uma diocese, “há quase um
matrimónio”. Por isso, ir buscar o bispo residencial de Aveiro para o Porto
“começa por ser algo de estranho”. Mas o pior é que, entre o clero da diocese,
o sentimento de perda, diz, “é indescritível: é a transferência de um pai”,
conhecidas que são as qualidades humanas de D. António Francisco, na relação
com as pessoas.
“A diocese
de Aveiro não foi ouvida. E, se é verdade ter sido invocado o argumento da
obediência, esse devia ser o último recurso, porque se deveria privilegiar o
diálogo com a pessoa”, acrescenta.
“O que há de pior na Igreja”
O processo
de escolha de um bispo começa normalmente por pedir a membros do clero que
apresentem sugestões de nomes. Dessas sugestões (e das próprias ideias do
núncio ou de outros bispos), são retirados três nomes – a terna –, que depois
são enviados para Roma, já com as indicações do núncio do respectivo país. Pode
haver casos em que há necessidade de uma segunda ou mesmo terceira lista, mas
tudo é feito no maior secretismo, com juramentos das pessoas auscultadas, que
podem ser excomungadas caso violem o segredo.
Este longo
processo para a nomeação do novo bispo do Porto deixa, entretanto, marcas negativas
em três dioceses: Aveiro, que fica sem o seu bispo; o Porto que, apesar de ser
a mais populosa diocese do país, já desesperava pela nomeação; e Lamego, pois o
nome que corria com mais insistência como provável para o Porto era o de D.
António Couto, actual titular de Lamego.
“Pode haver
razões para manter esta forma de nomear os bispos, mas exigem-se cada vez mais
mudanças na metodologia usada”, defende o padre Rui Osório, pároco da Foz do
Douro e cónego da Sé do Porto, que foi muito crítico da atitude da Nunciatura
no processo.
“Se o
processo fosse mais participado, os bispos, que são os garantes da
sinodalidade, estariam mais sustentados no seu próprio lugar”, diz ao
RELIGIONLINE.
O padre João
Gonçalves comunga da mesma crítica: “Se houvesse mais pessoas auscultadas, as
decisões seriam mais assumidas por todos. E ao dizermos que a Igreja é povo de
Deus, isso tem de significar que o povo de Deus tem de ser escutado, para as
pessoas se sentirem coresponsabilizadas.”
Licínio
Cardoso, outro padre da diocese de Aveiro, foi também muito crítico da atitude
da Nunciatura e do próprio processo, na sua página no Facebook: “Eis o sinal
claro e evidente daquilo que de pior há na Igreja: o secretismo na nomeação dos
bispos, a exclusão do povo de Deus na escolha do seu pastor. A ida de D.
António Francisco para o Porto é a expressão mais visível da incompetência do
núncio e de que é uma figura que está a mais na orgânica da Igreja. Um ano para
escolher um bispo para o Porto!”
“Merecemos consideração”
Na diocese
do Porto, as razões do profundo mal-estar prendem-se com a prolongada espera
pela nomeação do novo bispo. Rui Osório, que também é jornalista, escreveu no
Jornal de Notícias, em Janeiro, um texto muito crítico para com a Nunciatura do
Vaticano em Lisboa: “Se quiséssemos, até
poderíamos, na Igreja Portucalense, fazer-nos de vítimas ou, como o Calimero,
queixar-nos que já ninguém gosta de nós (‘é uma injustiça, pois é’ e ‘abusam
porque sou pequenino’), especialmente a Nunciatura, supondo que a diplomacia do
Vaticano tem responsabilidades em gerir com eficiência a nomeação do novo bispo
do Porto.”
Rui Osório
acrescentava: “Mesmo sem vitimização, já está a causar apreensão a lentidão do
processo, num tempo em que o Papa Francisco tem imprimido à Igreja uma estimulante
frescura renovadora.”
Num outro
texto publicado no Facebook, Rui Osório tomava as notícias dos últimos dias, que
apontavam o bispo de Lamego como novo responsável da diocese do Porto. E criticava
ainda a representação diplomática do Vaticano em Lisboa, escrevendo: “Já dois
diários adiantaram que o novo bispo será D. António Couto, que, para tomar
posse, está à espera de restabelecer a sua saúde. Até o estado clínico vem a
público! Entretanto, lamentavelmente, a Nunciatura, a quem cabe muita responsabilidade,
fecha-se em copas e não torna oficial a informação, sendo cúmplice da
informação posta a correr, sem sabermos se é ou não verdadeira. A Igreja tem
dificuldade em aprender a lógica da Imprensa! Compreenda, ao menos e respeite,
o Povo de Deus da diocese do Porto. Merecemos consideração.”
Este texto
de Rui Osório foi pretexto para uma manifestação de solidariedade de João
Aguiar Campos, presidente da administração da Rádio Renascença e director do
Secretariado Nacional das Comunicações Sociais, da Igreja Católica: “Quando se
dilatam tanto as indecisões, qualquer decisão já é imperfeita. Percebo e
partilho a dor/espanto das pessoas e da igreja local”, escrevia este
responsável, num comentário ao texto de Rui Osório.
Mas nem só
as dioceses de Aveiro e Porto saem feridas deste processo. Ao ter aparecido o
nome de António Couto como provável sucessor, também a diocese de Lamego saiu
chamuscada. Rui Vasconcelos, da Livraria Fundamentos, também criticou o facto,
num dos comentários ao texto de Rui Osório no Facebook, dizendo que sofrem os
católicos do Porto e de Lamego, “com a desestabilização que este tipo de
‘notícias’ provoca”. E acrescentava: “Sem entrar nas questões eclesiológicas da
famosa ‘dança’ de bispos (de que a Igreja do Porto foi, parece-me, ‘vítima’),
muitas vezes são as dioceses mais pequenas e interiores que sofrem no seu
cuidado pastoral”. E o padre Rui Osório respondia: “Sim, é verdade, também a
diocese de Lamego merece consideração e respeito. A ‘dança’ dos bispos, algumas
vezes, é pouco clara. Lamentavelmente.”
Um padre da
diocese de Lamego confirma esta situação: “O facto de D. António Couto
estar doente e se falar dele para o Porto criou expectativas de mudança e
retardou a actividade pastoral.”
Crise financeira, clero envelhecido, pouca
democracia
Na mensagem
que escreveu à diocese do Porto, D. António
Francisco diz que pede “compreensão” à diocese de onde sai, por ter aceite o serviço
para o qual agora foi escolhido. Mas acrescenta: “Aveiro sabe como sempre aqui me
senti feliz como bispo e como é grande a dor da separação.” Na mensagem que
enviou à diocese que agora deixa, António
Francisco acrescenta: “De todos os lugares fiz minha terra até ao fim. De todas
as pessoas sempre me senti irmão. Em todos os lugares onde vivi e nos
diferentes múnus que a Igreja me confiou eram previsíveis as mudanças. Menos
aqui! Aveiro era para mim lugar, desígnio e missão até ao fim. Nunca aqui fui
estranho nem me senti estrangeiro. Mas, hoje, compreendo, melhor do que nunca,
que também aqui era simplesmente peregrino. Só Deus basta e só Cristo
permanece.”
No Porto, o
novo bispo vai encontrar uma tarefa nada fácil, como refere Rui Osório: uma
diocese com uma “grave crise financeira”, um clero “escasso e envelhecido” e
uma estrutura “pouco democrática e participativa, onde ainda falta a
corresponsabilização eclesial”.
Sendo a
maior diocese do país em termos de população (dois milhões 114 mil habitantes),
com uma superfície de três mil quilómetros quadrados, a diocese conta com 492
padres diocesanos e outros 920 membros do clero regular (ordens e congregações
religiosas).
António Francisco dos Santos é natural do concelho de Cinfães (diocese de Lamego) e é padre desde Dezembro de 1972. Estudou em Lamego e em Paris e, em Dezembro de 2004, foi nomeado bispo auxiliar de Braga, onde esteve ano e meio, antes de ser escolhido como titular da diocese de Aveiro. É actualmente membro do conselho permanente da Conferência Episcopal Portuguesa.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Mensagem do novo bispo à Diocese do Porto
| Caros Diocesanos, Era tão imprevisível este chamamento que Deus agora me faz que não consegui balbuciar palavra, quando a decisão do Papa Francisco me foi comunicada. Sei que é ao Santo Padre, como Bispo de Roma e Pastor Universal da Igreja, que compete dar Pastores a todas as Igrejas. Lembrei nesse momento a Palavra de Deus ao Profeta Jeremias: “Irás aonde Eu te enviar” (Jer 1,7). Apesar desta palavra recorrente ao meu espírito e presente no meu coração, muitas as dúvidas e grande o temor com que me defrontei ao ver as minhas limitações e fragilidades, perante a grandeza da missão. Interroguei-me dia e noite sobre o que posso eu levar de novo a uma Diocese habitada por tanta gente de bem e de valor e habituada a tão generosos servidores como bispos, presbíteros, diáconos, consagrados e leigos. À Diocese de Aveiro peço a compreensão para este meu gesto ao serviço da Igreja, que em nada significa, menos respeito ou menor amor. Aveiro sabe como sempre aqui me senti feliz como bispo e como é grande a dor da separação. Todavia, senti que só conseguiria reencontrar a serenidade de coração e a liberdade de espírito, quando com a ajuda de Deus vencesse todos os receios e temores. Levo comigo o modo próximo de ser e de viver, a alegria convicta da fé e o desejo fraterno de a todos olhar com os olhos de Deus, para a todos servir como Deus quer e ama. IN MANUS TUAS é o lema episcopal que escolhi, quando o Papa João Paulo II, me chamou a ser bispo auxiliar de Braga e titular de Meinedo. Renovei este mesmo compromisso diante do Papa Bento XVI quando me enviou para Aveiro. É com igual verdade que agora o afirmo diante do Papa Francisco. Este lema e os sentimentos que ele exprime unem-me a Cristo e à Sua Cruz e colocam-me sob o olhar terno da Mãe de Jesus, Senhora da Assunção, nossa Mãe e Padroeira. Saúdo, como irmão que sempre serei, o senhor Administrador Apostólico, D. Pio Alves, os senhores Bispos Auxiliares, D. António Taipa e D. João Lavrador, os senhores Bispos Eméritos, os senhores Vigários Gerais, o Cabido da Catedral, os Sacerdotes, Seminários, Diáconos, Consagrados e Leigos. Desde já afirmo a alegria de servir a grande comunidade humana da Diocese do Porto, com os seus eleitos e representantes autárquicos, as Autoridades Locais, as Universidades e Escolas, Instituições e Associações. Quero dirigir uma palavra de muito afeto às crianças, aos jovens e às famílias. Serei irmão e presença junto dos doentes, dos pobres e dos que sofrem e com eles procurarei fazer caminho de bondade e de esperança na busca comum de um mundo melhor. Quero ser apóstolo das Bem-Aventuranças nestes tempos difíceis que vivemos. Sei que é grande a missão que agora me é confiada, mas vou com alegria e generosidade ao vosso encontro para amar a Deus e vos servir. Alegra-me e conforta-me ser irmão convosco, tão belo é o testemunho cristão da Igreja do Porto. Que Deus me ajude e vos abençoe. Abençoai-me, também vós, caros diocesanos. Aveiro, 21 de fevereiro de 2014 D. António Francisco dos Santos, bispo eleito do Porto |
Novo Bispo quer ser presença "simples, próxima e fraterna"!
Aveiro, 21 fev 2014 (Ecclesia) – O novo bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, disse hoje à Agência ECCLESIA que parte para esta missão com o objetivo de estar próximo de toda a população, de uma maneira “simples, próxima e fraterna”.
“Levo a minha entrega, a alegria de anunciar o Evangelho, a certeza da proximidade com todos, a disponibilidade para que todos encontrem em mim um pastor e um irmão”, declarou o prelado, em Aveiro, diocese da qual se vai despedir para assumir as funções confiadas pelo Papa Francisco.
D. António Francisco dos Santos, de 65 anos, era bispo de Aveiro desde 2006, cargo para o qual foi nomeado por Bento XVI.
“Quero ser porta-voz do amor de Deus, de um Deus que ama cada um em cada situação e em cada circunstância. Vou para agradecer a Deus a Igreja do Porto e para semear esperança”, afirmou.
Notícia completa aqui!
Mais notícias:
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Novo Bispo vai ser muito bem recebido, diz Diretor da Faculdade de Teologia
D. António Francisco Bispo do Porto

“Quero ser apóstolo das Bem-Aventuranças nestes tempos difíceis que vivemos”, escreve, no texto enviado à Agência ECCLESIA.
É com enorme alegria e profundo orgulho que publico e vos anuncio aqui a notícia hoje tornada pública: D. António Franscisco dos Santos foi nomeado Bispo do Porto.
Por ter sido meu Vice-Reitor em Lamego, meu professor e amigo, este é um dos dias felizes em que dá gosto ouvir a rádio ou ver a televisão, contrastando com o negrume dos tristes acontecimentos dos últimos dias, que nos chegam um pouco de todo o lado.
Estou confiante que esta nomeação é uma Benção para a Diocese do Porto e o reconhecimento das virtualidades de um homem inteligente e de um Bispo à altura dos acontecimentos do seu tempo. Deixa para trás, um rasto de trabalho pastoral com frutos, em particular nos últimos anos na Diocese de Aveiro, e uma saudade de quem o gostaria de ter sempre como Pastor.
A Diocese de Lamego exulta, certamente, com esta nomeação.
A Diocese do Porto contará com um Bispo da dimensão que a sua História sempre nos habituou.
A ASEL sente orgulho e apresenta as sinceras felicitações.
Parabéns D. António Francisco, pode contar sempre connosco.
Mais notícias:
D. António Francisco dos Santos é o novo Bispo do Porto (Agência Ecclesia)
Ver aqui a Mensagem de D. António Francisco à Diocese de Aveiro
Diocese do Porto congratula-se com a nomeação do novo Bispo
Diocese do Porto congratula-se com a nomeação do novo Bispo
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Nossa Senhora de Lourdes
O dia de Nossa Senhora de Lourdes é para nós dia de Memória, saudade e lembrança de tempos idos em que partilhamos a fé e a vocação sob a proteção de Maria.
É sempre dia de Festa do Seminário de Resende.
Dia dos Seminaristas e das suas famílais.
Dia de Esperança no futuro vocacional e sacerdotal.
Mais um dia para recordar o nosso Seminário!
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O XXII DIA MUNDIAL DO DOENTE
Fé e caridade: «Também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16)
Amados irmãos e irmãs!
1. Por ocasião do XXII Dia Mundial do Doente, que este ano tem como tema Fé e caridade: também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16), dirijo-me de modo particular às pessoas doentes e a quantos lhes prestam assistência e cura. A Igreja reconhece em vós, queridos doentes, uma presença especial de Cristo sofredor. É assim: ao lado, aliás, dentro do nosso sofrimento está o de Jesus, que carrega connosco o seu peso e revela o seu sentido. Quando o Filho de Deus subiu à cruz destruiu a solidão do sofrimento e iluminou a sua escuridão. Desta forma somos postos diante do mistério do amor de Deus por nós, que nos infunde esperança e coragem: esperança, porque no desígnio de amor de Deus também a noite do sofrimento se abre à luz pascal; e coragem, para enfrentar qualquer adversidade em sua companhia, unidos a Ele.
2. O Filho de Deus feito homem não privou a experiência humana da doença e do sofrimento mas, assumindo-os em si, transformou-os e reduziu-os. Reduzidas porque já não têm a última palavra, que é ao contrário a vida nova em plenitude; transformados, porque em união com Cristo, de negativas podem tornar-se positivas. Jesus é o caminho, e com o seu Espírito podemos segui-lo. Como o Pai doou o Filho por amor, e o Filho se doou a si mesmo pelo mesmo amor, também nós podemos amar os outros como Deus nos amou, dando a vida pelos irmãos. A fé no Deus bom torna-se bondade, a fé em Cristo Crucificado torna-se força para amar até ao fim também os inimigos. A prova da fé autêntica em Cristo é o dom de si, o difundir-se do amor ao próximo, sobretudo por quem não o merece, por quantos sofrem, por quem é marginalizado.
3. Em virtude do Baptismo e da Confirmação somos chamados a conformar-nos com Cristo, Bom Samaritano de todos os sofredores. «Nisto conhecemos o amor: no facto de que Ele deu a sua vida por nós; portanto, também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16). Quando nos aproximamos com ternura daqueles que precisam de cura, levamos a esperança e o sorriso de Deus às contradições do mundo. Quando a dedicação generosa aos demais se torna estilo das nossas acções, damos lugar ao Coração de Cristo e por Ele somos aquecidos, oferecendo assim a nossa contribuição para o advento do Reino de Deus.
4. Para crescer na ternura, na caridade respeitadora e delicada, temos um modelo cristão para o qual dirigir o olhar com segurança. É a Mãe de Jesus e nossa Mãe, atenta à voz de Deus e às necessidades e dificuldades dos seus filhos. Maria, estimulada pela misericórdia divina que nela se faz carne, esquece-se de si mesma e encaminha-se à pressa da Galileia para a Judeia a fim de encontrar e ajudar a sua prima Isabel; intercede junto do seu Filho nas bodas de Caná, quando falta o vinho da festa; leva no seu coração, ao longo da peregrinação da vida, as palavras do velho Simeão que lhe prenunciam uma espada que trespassará a sua alma, e com fortaleza permanece aos pés da Cruz de Jesus. Ela sabe como se percorre este caminho e por isso é a Mãe de todos os doentes e sofredores. A ela podemos recorrer confiantes com devoção filial, certos de que nos assistirá e não nos abandonará. É a Mãe do Crucificado Ressuscitado: permanece ao lado das nossas cruzes e acompanha-nos no caminho rumo à ressurreição e à vida plena.
5. São João, o discípulo que estava com Maria aos pés da Cruz, faz-nos ir às nascentes da fé e da caridade, ao coração de Deus que «é amor» (1 Jo 4, 8.16), e recorda-nos que não podemos amar a Deus se não amarmos os irmãos. Quem está aos pés da Cruz com Maria, aprende a amar como Jesus. A Cruz «é a certeza do amor fiel de Deus por nós. Um amor tão grande que entra no nosso pecado e o perdoa, entra no nosso sofrimento e nos confere a força para o carregar, entra também na morte para a vencer e nos salvar... A Cruz de Cristo convida-nos também a deixar-nos contagiar por este amor, ensina-nos a olhar sempre para o outro com misericórdia e amor, sobretudo para quem sofre, para quem tem necessidade de ajuda» (Via-Sacra com os jovens, Rio de Janeiro, 26 de Julho de 2013).
Confio este XXII Dia Mundial do Doente à intercessão de Maria, para que ajude as pessoas doentes a viver o próprio sofrimento em comunhão com Jesus Cristo, e ampare quantos deles se ocupam. A todos, doentes, agentes no campo da saúde e voluntários, concedo de coração a Bênção Apostólica.
Vaticano, 6 de Dezembro de 2013.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
ENCONTRO NACIONAL 2014
todos os aselistas que o
ENCONTRO NACIONAL DE 2014
será realizado no
SEMINÁRIO MAIOR DE LAMEGO,
no dia 3 de maio de 2014.
Programa a apresentar oportunamente.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Feliz Natal!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
… E outras aventuras do Espírito e da convivência Humana
O Projeto “Por mares dantes navegados” foi sugerido no âmbito do recém-terminado (e esperamos
que continuado) “Ano da Fé”, e consiste no voltar a percorrer caminhos outrora percorridos por quem se aventurou a espalhar a Fé “… por mares nunca dantes navegados… mais do que permitia a força humana…”. O país escolhido foi Cabo Verde. Procurou fazer-se um roteiro múltiplo de lazer e de contacto e partilha com as comunidades locais e com a igreja a nível nacional. Neste momento, em cima do prazo para fechar inscrições, apela-se ainda à participação que será seguramente de uma riqueza impar e que o turismo, por si só, não pode proporcionar.
que continuado) “Ano da Fé”, e consiste no voltar a percorrer caminhos outrora percorridos por quem se aventurou a espalhar a Fé “… por mares nunca dantes navegados… mais do que permitia a força humana…”. O país escolhido foi Cabo Verde. Procurou fazer-se um roteiro múltiplo de lazer e de contacto e partilha com as comunidades locais e com a igreja a nível nacional. Neste momento, em cima do prazo para fechar inscrições, apela-se ainda à participação que será seguramente de uma riqueza impar e que o turismo, por si só, não pode proporcionar.
Esta atividade gerou empenhamento e ligação em rede, quase nacional, quando surgiu a ideia de não ir de mãos vazias (já que os corações iriam sempre repletos). No sentido de angariar fundos para entregar às duas dioceses de Cabo Verde, com a finalidade de ajudar às despesas dos seus alunos do Seminário Maior que vêm a Portugal fazer estes estudos, pensaram-se várias atividades em diversos pontos do país.
✓ A primeira foi um almoço em 5 de Outubro, organizado por um grupo da ASDL – Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Leiria no “Cardápio do Visconde”, nos Marrazes, cujos proveitos, que se fizeram sobrar, reverteram para esta finalidade.
✓ O primeiro concerto para o projeto “Por mares dantes navegados”, aconteceu em Lamego, no teatro “Ribeiro da Conceição”, promovido pela ASEL – Associação dos Antigos Alunos do Seminário de Lamego. Foi no dia 27 de Outubro passado. Um aplauso e um agradecimento muito especial à ASEL, à Camara Municipal de Lamego, ao Seminário de Lamego e aos dois grupos que animaram o espetáculo: Grupo Coral de Resende e The River Brass Band; e ainda aos Fumeiros Porfírio.
✓ No dia 20 de Dezembro, um outro concerto na “Casa das Artes de Famalicão”, onde esperamos sentar mais de 500 pessoas a assistir, dá corpo a mais uma atividade para esta causa. É um concerto de “Natal solidário”, promovido pelas Associações dos Antigos Alunos dos Seminários de Braga, de Leiria, dos Combonianos e ainda com contributo das Associações dos Seminários de Vila Real e Franciscanos. Aqui participarão Antigos Alunos dotados nas artes como João Junqueira e Luís Matias (Leiria); Rui Mesquita (Verbita); António Sousa (Braga); Normando Machado (Vila Real); e uma série de outros amigos, músicos de craveira que cronicamente partilham deste sentir. O agradecimento vai para todos eles, para a Câmara Municipal de V. N. de Famalicão que escancarou as portas da Casa das Artes e do seu Staff para colaborar nesta aventura, e algumas empresas que apoiam nas despesas elementares e que acabam por engordar um pouco este pequeno mealheiro que queremos levar a Cabo Verde.
✓ Estão ainda previstos mais dois concertos, em Braga e em Leiria, com a participação destes músicos, em datas ainda a anunciar.
No dia 23 de Novembro, realizou-se em Braga a Assembleia Geral da UASP, com três grandes pontos em Agenda: Aprovação do plano de atividades e orçamento para 2014; o ponto da situação do projeto “Por Mares Dantes Navegados”; o ponto da situação da programação do Fórum a realizar em Braga, em 13 e 14 de Setembro de 2014, com o tema “Olhares sobre o II Concílio do Vaticano”, a propósito dos seus 50 anos. Serão duas grandes realizações para o ano 2014, que já movimentam hoje muita energia, ideias e pessoas de todo o país. A Associação de Antigos Alunos do Seminário de Braga que preside à Assembleia Geral da UASP, recebeu-nos principescamente, e tivemos ainda a honra de ser visitados com palavras de estímulo pelo Sr. Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.
É sem dúvida uma aventura tridimensional, como sugere o título, para a qual convidamos todos a envolverem-se mais, numa adesão que fortaleça os nossos laços, a nossa força, as nossas Associações, a nossa União, e se projete e transborde para a comunidade… como “fermento na massa”.
Luís Matias
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Eu sou a Ressurreição e a Vida!
É com profunda e humana tristeza mas com esperança na Vida de Jesus Ressuscitado que comunicamos que faleceu ontem o pai dos nossos amigos aselistas Manuel e Pe Diogo Filipe. Pelo testemunho, participação, dedicação e presença que sempre demonstram nos Encontros e nas atividades da ASEL este momomento é também para nós de profundo pesar e de solidariedade para com o Manuel Filipe e o Pe Diogo.
O funeral terá lugar hoje pelas 15H30 na Igreja Paroquial de Penude."Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigénito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Ceia de Natal do Núcleo do Porto
"O almoço-encontro de Natal do Núcleo da Asel – Porto será no dia 14 de Dezembro – sábado.
O repasto será no Restaurante “Mauritânia Grill / Viveiros da Mauritânia”, situado na Av. Combatentes da Grande Guerra, 50, Leça da Palmeira (frente à praia).
A ementa, além das habituais entradas e sobremesas (fruta laminada e rabanadas), será Arroz de Tamboril com filete de pescada. Se alguém não gostar, poderá escolher outra ementa.
O preço será 20 € por pessoa.
Hora de recepção: Das 12H30 até à hora de almoço - 13H00
Solicita-se confirmação da (s) presença (s) até 10 de Dezembro, para os contactos:
tlm.: 966 140 700,
email: as.morais4@gmail.com.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Concerto em Lamego, 27 de Outubro, 16horas
No âmbito do projecto "Por mares dantes navegados", a ASEL, respondendo ao
repto lançado pela Direcção da UASP, em parceria com a Câmara Municipal de
Lamego, promove a realização de um concerto que terá lugar no Teatro Ribeiro
Conceição, em Lamego, no próximo dia 27 de Outubro, pelas 16 horas.
As receitas (3.50€ por pessoa) reverterão na íntegra para um fundo que o grupo que irá
a Cabo Verde, no final de Fevereiro do próximo ano, entregará às suas Dioceses como
contributo simbólico para apoiar a formação dos seus seminaristas.
Apresentado por Luís Matias, do Secretariado da UASP, o concerto contará com a
actuação do Grupo Coral de Resende e com The River Brass Band.
É neste contexto que convidamos todos os que puderem, a juntarem-se a esta festa cuja
música ecoará até Cabo Verde!
Esperamos por vós!
A Direcção da UASP.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Após 40 anos Resende tem nova Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Lamego, Viseu, 13 ago 2013 (Ecclesia) – D. António Couto, bispo de Lamego, vai presidir no próximo dia 25 à cerimónia de bênção e dedicação da nova igreja da Imaculada Conceição, em Resende, a partir das 16h00.
A nova igreja é a realização de “uma ambição com mais de 40 anos”, informa a Câmara Municipal de Resende, e a obra foi iniciada a 24 de julho de 2011 com cerimónia da bênção e lançamento da primeira pedra.
O edifício conta com várias obras do mestre José Rodrigues, “um dos maiores nomes das artes plásticas portuguesas”, entre as quais se destaca a escultura de Cristo Ressuscitado, explica a autarquia, no seu site.
A nova igreja da Imaculada Conceição em Resende, a cerca de 65 quilómetros da sede de Distrito Viseu e a 37 quilómetros da sede da Diocese Lamego, está localizada num terreno cedido pela Câmara Municipal local, “no limite nascente da área urbana da vila”.
Com uma arquitetura moderna, tem uma torre sineira com desenvolvimento vertical e altura acentuada, “que pretende estabelecer a marcação simbólica e religiosa do local”, explica a edilidade de Resende.
O edifício está organizado para que os diferentes espaços litúrgicos estejam diferenciados e hierarquizados dos restantes: acesso/entrada, templo, presbitério/altar, batistério e pátio.
Com um valor final que ultrapassou os 800 mil euros, este investimento teve a participação “de 30% pela Direção-Geral das Autarquias Locais, através das dotações incluídas no seu PIDDAC”, explica a Câmara Municipal de Resende.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Mário Araújo Pereira Pinto
Breve Nota Biográfica
O
Rev. Padre Mário Araújo Pereira Pinto, filho de Arlindo Pereira Pinto e Maria
de Lourdes Blanche de Araújo Pinto, natural de Souzelo, concelho de Cinfães,
Diocese de Lamego, foi ordenado Diácono a 30 de Março de 1947 e Presbítero a 29
de Junho de 1947 na Sé Catedral de Lamego.
Depois
de ter sido ordenado sacerdote, foi, primeiro, Secretário do Sr. D. João da
silva Campos Neves, Bispo de Lamego que o ordenou. Posteriormente, foi Formador
e Vice-Reitor do Seminário Menor de Resende e, por fim, Secretário pessoal do
Sr. D. António de Castro Xavier Monteiro.
Em
1970, abandonou o exercício do ministério sacerdotal e contraiu matrimónio
civil com a Sra. Otília Soares tendo, posteriormente, obtido a dispensa das
obrigações do estado clerical e do celibato por parte do Sumo Pontífice.
Entrou
na casa do Pai a 10 de Julho de 2013, tendo sido sepultado no Cemitério n. 1 de
Ermesinde.
Lamego,
12 de Julho de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Um novo ciclo na vida dos Seminários
Instituto Superior de Teologia de Viseu vai fechar
O Instituto Superior de Teologia de Viseu, que dá atualmente formação a menos de 30 seminaristas, vai fechar no final deste ano letivo, umasituação que está a preocupar o bispo da diocese, Ilídio Leandro.
“Por razões diversas, o ensino da teologia em ordem ao sacerdócio no Instituto Superior de Teologia, que tinha aqui a funcionar as dioceses de Guarda, Lamego, Bragança e Viseu, termina no fim deste ano”, anunciou Ilídio Leandro aos jornalistas.
O bispo explicou que, atendendo à diminuição de alunos e à orientação da Congregação da Educação Católica, em Roma, “a Faculdade de Teologia (da Universidade Católica) decidiu que só ficam a ministrar esta formação teológica em ordem ao sacerdócio os seus três polos de Lisboa, Porto e Braga”.
Atualmente, os bispos das quatro dioceses estão em diálogo com os polos de Braga e do Porto com o objetivo de assegurar “as melhores condições para que os seminaristas possam ter academicamente, e também numa linha de seminário, as melhores condições para continuarem a sua formação teológica”, contou.
Ilídio Leandro avançou também que os quatro bispos decidiram constituir um seminário único, “um tipo de seminário interdiocesano, numa perfeita comunhão, onde haverá um reitor e cada diocese dará um padre”.
O bispo de Viseu garantiu ter defendido quanto pôde a existência de um Instituto Superior de Teologia no centro interior do país.
Lembrou que houve esforços no sentido de que “se fizesse um Instituto Superior de Teologia com Viseu e Coimbra”, sendo que a Coimbra estavam associadas as dioceses de Portalegre, Castelo Branco, Leiria e Aveiro e a Viseu as dioceses de Guarda, Lamego e Bragança.
“O andar da história leva-nos, neste momento, a lamentar que o centro interior fique sem um instituto de formação teológica e um instituto de formação sacerdotal”, frisou.
As quatro dioceses têm neste momento 26 alunos, sendo cinco da diocese de Viseu.
“É um número bastante reduzido. Está um pouco difícil inverter o estado de coisas, dado o número de seminaristas”, admitiu.
Ilídio Leandro disse estar em negociações para que Viseu tenha um curso de Ciências Religiosas da Universidade Católica, responsável pelo “completar da preparação para a habilitação profissional dos professores de Educação Moral e Religiosa Católica” e também por “manter viva a formação de leigos e a formação teológica aprofundada de leigos, concretamente de candidatos ao diaconado”.
A diocese está também a procurar que o edifício do Seminário Maior não fique vazio depois da saída dos alunos.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
ECOS DO ENCONTRO NACIONAL 2013
Participaram
cerca de noventa pessoas, em busca do reencontro, da partilha e do convívio.
Na
Assembleia-Geral, que se seguiu ao momento de recepção e de reencontro entre os
aselistas e que se iniciou
. participação
activa nas comemorações do cinquentenário do Seminário de Lamego, que
terminaram em Outubro de 2012;
. participação
nas ordenações do Pe. Ricardo Barroco e dos Diáconos Adriano Assis e António
Júlio, na Sé de Lamego, acontecimentos importantes tendo em vista o reforço do
presbitério da diocese;
. presença nas
Festas de Natal dos Seminários de Resende e Lamego;
. participação na
comemoração do dia do Seminário de N.ª S.ª de Lourdes, Resende;
. participação,
no Seminário de Lamego, no dia de S. José, seu padroeiro;
. organização, no
Seminário de Lamego, nos dias 22 e 23 de Setembro de 2012, do I Forum da União
das Associações de Antigos Alunos dos Seminários Portugueses (UASP) em que se
reflectiu sobre a sua identidade e missão e o seu papel na Igreja, tendo estado
presentes cerca de 100 pessoas, durante dois dias;
. participação,
por iniciativa da UASP, em visitas culturais ao Gerês, Braga e Guimarães, em
2012, e Évora e Alqueva, assim como num retiro em Leiria.
Todos estes acontecimentos foram
amplamente divulgados no ‘blogue’ que a ASEL dinamiza, a fim de que todos os
aselistas pudessem também participar ou deles terem conhecimento.
Foi depois referida a necessidade de
se fomentar a inscrição de antigos alunos, a fim de se conseguir o maior
envolvimento possível na dinamização da ASEL.
Seguiu-se um momento de recordação de
aselistas que nos deixaram ao longo deste ano. Recordámos José Maravilha,
ex-vice-presidente da direcção, Abel Almeida Monteiro, ex-presidente da AG da ASEL,
e o Pe. João Crisóstomo.
Posteriormente,
foi prestada uma homenagem ao aselista Padre Dr. Joaquim Correia Duarte, tendo
em conta os elevados serviços prestados à causa da História em Portugal. O
homenageado fez questão de estender a homenagem a todos os sacerdotes que
labutam na vinha do Senhor em toda a diocese de Lamego, assim como a todos os
ex-seminaristas que, não tendo seguido a vida sacerdotal, singraram nos mais
variados campos da acção humana.
Apresentou-se aos
aselistas uma outra ferramenta de comunicação, o ‘site’ da ASEL, alojado em http://aselseminario.wix.com/aselseminario
, o qual, conjuntamente com o ‘blog’ que tem vindo a ser dinamizado há cerca de
três anos, constituirá decerto mais uma forma de dar conhecer a actividade da
Associação e será uma mais-valia na comunicação entre os aselistas.
Foram homenageados,
ainda, os associados cuja matrícula no Seminário ocorreu há 75, 50 e 25 anos,
através da entrega de um diploma alusivo.
Seguiu-se a Eucaristia, celebrada na Igreja Matriz de
Resende, celebrada pelo senhor bispo D. Jacinto Botelho e concelebrada por sete sacerdotes,
com a excelente animação litúrgica por parte do Grupo Coral de Resende, o qual
deu um verdadeiro recital na arte de bem cantar.
No final da Eucaristia, um aselista recordou o que foi
ser seminarista há quarenta anos, tendo a cerimónia eucarística terminado com a
deposição de um ramo de flores junto de Nossa Senhora, evocando a figura de
Maria como a mãe de todos e representante de todas as mães.
O almoço foi servido no Seminário e aqui imperou a
alegria, não só pelo excelente repasto confeccionado na cozinha da nossa Casa,
como também pelo convívio que se proporcionou, o qual se estendeu aos jogos
tradicionais que se seguiram e que finalizaram este dia excelente.
P’la Direcção da ASEL
Paulo
Pereira Guedes
sexta-feira, 3 de maio de 2013
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