quinta-feira, 13 de março de 2014

Faleceu D. José Policarpo



Biografia

Foi o mais velho de nove filhos e filhas1 de José Policarpo, Jr. (Pego, Alvorninha, 18 de Abril de 1902 – Odivelas, 20 de Outubro de 1987) e de sua mulher Maria Gertrudes Rosa (Benedita, 17 de Outubro de 1909 – Alvorninha, 6 de Setembro de 1994), casados em Alvorninha a 26 de Janeiro de 1935.
Estudou filosofia e teologia nos seminários de SantarémAlmada e Olivais, em Lisboa, tendo-se licenciado (2º grau canónico) em Teologia Dogmática, em 1968, pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, com uma tese intitulada Teologia das religiões não cristãs.2 Prosseguiu os seus estudos na mesma universidade, tendo-se doutorado também na área da Teologia Dogmática com a tese "Sinais dos Tempos. Génese histórica e interpretação teológica". Foi ordenado sacerdote em 15 de Agosto de 1961.3
Foi nomeado bispo-auxiliar de Lisboa em 26 de Maio de 1978, sendo a sua ordenação episcopal datada de 29 de Junho de 1978. Foi um activo colaborador do cardeal patriarca D. António Ribeiro, tendo sido seu vigário-geral. Foi nomeado arcebispo coadjutor de Lisboa a 5 de Março de 1997,3 tendo por isso direito de sucessão.
José Policarpo foi reitor da Universidade Católica Portuguesa, entre 1988 e 1992, depois de ter exercido funções como professor auxiliar (1971), professor extraordinário (1977) e professor ordinário (1986) da Faculdade de Teologia. Dirigiu a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, entre 1974 e 1980 e, de novo, entre 1985 e 1988, e presidiu à Comissão Instaladora do Centro Regional do Porto, entre 1985 e 1987. Foi igualmente reitor do Seminário dos Olivais, de 1970 até 1997.
Protagonista da renovação cultural da Igreja Católica em Portugal, teve cerca de cinquenta obras publicadas, era sócio honorário da Academia das Ciências de Lisboa e académico de mérito da Academia Portuguesa de História.
Morreu a 12 de Março de 2014, aos 78 anos, vítima de um aneurisma na aorta.4

Cardinalato[editar | editar código-fonte]

Com o falecimento do Cardeal Patriarca D. António Ribeiro, D. José da Cruz Policarpo sucedeu como 16º Patriarca de Lisboa em 24 de Março de 1998.3 O pálio, insígnia dos metropolitas, foi-lhe imposto pelo cardeal-bispo Angelo SodanoSecretário de Estado do Vaticano, numa celebração antecipada dos Santo Apóstolos Pedro e Paulo, em 28 de junho de 1998, na Igreja doMosteiro dos Jerónimos, no contexto do dia da Santa Sé na Exposição Mundial de 1998 que decorreu na cidade de Lisboa.5 Este cargo detém o raríssimo privilégio perpétuo do prelado que o ocupar ser nomeado cardeal no consistório seguinte ao da sua investidura no mesmo, tendo isso acontecido em 21 de Fevereiro de 2001. Nesta data D. José da Cruz Policarpo foi criado cardeal pelo Papa João Paulo II, tendo-lhe sido outorgado o título de cardeal-presbítero de S. Antonio in Campo Marzio3 , que corresponde à Igreja de Santo António dos Portugueses. Tomou posse desta igreja em 27 de maio de 2001.6 Como D. José IV, foi patriarca de Lisboa entre 1998 e 2013. Tendo sido nomeado cardeal em 2001, assumiu o título de cardeal patriarca de Lisboa até à data da nomeação do seu sucessor.
Enquanto cardeal eleitor, participou no Conclave de 2005 que elegeu Joseph Ratzinger como Papa Bento XVI.3 Em 2013, participou no Conclave de 2013, que elegeu Jorge Bergoglio comoPapa Francisco, que sucede a Bento XVI.

Controvérsias

14 de Janeiro de 2009, D. José Policarpo causou alguma controvérsia quando, num simpósio, pediu às jovens portuguesas que pensassem duas vezes antes de casar com ummuçulmano. Para D. José tais casamentos acarretariam um "monte de sarilhos que nem Alá sabe onde terminam".7 Disse ainda que o diálogo com a comunidade muçulmana seria difícil e que a mesma não seria aberta a críticas. A comunidade muçulmana em Portugal revelou-se magoada com as palavras do cardeal, enquanto que para a Igreja as declarações são antes um convite a um diálogo mais aberto e um apelo ao conhecimento mútuo.8 A ONG de direitos humanos Amnistia Internacional considerou as afirmações "discriminatórias e separativas".9

Renúncia

18 de Fevereiro de 2011, o próprio cardeal anunciou que enviou uma carta ao Papa Bento XVI, renunciando ao Patriarcado, uma vez que em 26 de Fevereiro completaria 75 anos, idade limite para o exercício da prelazia.10
Cquote1.svgOntem mesmo escrevi a carta ao Papa – está previsto no direito canónico que um bispo, quando cumpre os 75 anos, pede ao Santo Padre a resignação do seu mandato" – e fico à espera da sua decisão.10Cquote2.svg
— Cardeal Policarpo
19 de Junho de 2011, D. José Policarpo revelou a resposta do Santo Padre, pedindo que permanecesse por mais dois anos.
Cquote1.svgGostava de vos anunciar, hoje, Dia da Igreja Diocesana, que o Santo Padre Bento XVI já respondeu ao meu pedido de resignação, pedindo-me que prolongue o meu ministério episcopal, na Igreja de Lisboa, por mais dois anos. Serei até ao último minuto o Bispo que Deus deu à sua Igreja, para a conduzir nos caminhos da comunhão.11Cquote2.svg
— Cardeal Policarpo
É uma orientação que não surpreende, já que a regra que tem sido utilizada pelo Vaticano em relação aos cardeais aponta para que se mantenham no cargo por mais dois a três anos além dos 75. O Papa Bento XVI voltou a aplicar uma antiga tradição: enquanto um cardeal não atinge os 80 anos, o seu sucessor nunca é nomeado cardeal. Ou seja, nos próximos quatro anos, o sucessor de D. José Policarpo nunca receberá o título de cardeal por parte de Roma.
A sua renúncia foi finalmente aceite a 18 de maio de 2013, tendo o Papa Francisco nomeado como seu sucessor o bispo D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente, bispo do Porto.12 Desta forma passa a ser referido como Cardeal-patriarca emérito. Permaneceu em funções como administrador apostólico da diocese até à tomada de posse de D. Manuel Clemente.13

Pode ver também:

terça-feira, 11 de março de 2014

Por mares nunca dantes navegados


A ASEL, no âmbito da sua participação na UASP – União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses – organizou um concerto, no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, no dia 27 de Outubro de 2013, com a participação do Grupo Coral de Resende e da The River Brass Band, a fim de angariar um montante financeiro que contribuísse para a campanha “Por mares nunca dantes navegados”.
Este concerto, cuja afluência não satisfez contudo os responsáveis e por isso não foi financeiramente relevante, permitiu angariar cento e oitenta euros (180€), que foram doados pela ASEL à referida campanha “Por mares nunca dantes navegados”, organizada e levada a cabo pela UASP com o fim de levar a Cabo Verde e às suas dioceses um contributo simbólico para apoiar a formação dos seus seminaristas.
Este contributo foi entregue in loco durante o mês de Fevereiro de 2014, numa visita que ficou na retina dos representantes da UASP.

quarta-feira, 5 de março de 2014

UASP realiza Assembleia Geral em Vila Real

A UASP e a Associação de AAASVReal convidam para um
fim-de-semana cultural em Vila Real




                                        Convocatória para Assembleia Geral (aqui)


A Direcção da AASVR tem vindo a preparar o programa que se apresenta de forma a proporcionar, tanto quanto possível, uma boa e agradável estadia a todos os participantes da Assembleia Geral (fim de semana de 15 e 16 de março) e outros interessados, tendo em conta o convívio, a cultura, a gastronomia e a visita de parte desta bela região duriense, onde o "Dom Porto" é rei!

Por isso, espera-se que se inscreva o maior número de participantes e o "Programa" fará assim mais sentido!

• O preço por pessoa é de
80 euros, pensão completa, para sábado e domingo (auditório, almoços, jantar, dormida, entradas aos Museus, autocarro, etc).

• É possível alojamento também para sexta-feira, dia 14 Março (€ 12,00).

• Para que se possam fazer, atempadamente, as respectivas reservas, as inscrições deverão chegar aos seguintes contactos, até
dia 5 de Março:

   1 - José Manuel Moura: Tf  966747874 (
jmsmoura@hotmail.com)
  2 - António Dinis do Vale - (elav@sapo.pt)
   3 - Joaquim Ribeiro Aires - ( joaquimribeiroaires@sapo.pt )

Pela Direcção da AAASVR
José Manuel Moura

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Falecimento

Caros amigos da Direção da ASEL.

Levo ao vosso conhecimento que na madrugada do dia 28 de fevereiro de 2014 faleceu no Hospital «Padre Américo» em Penafiel, o Padre Manuel de Jesus Cardoso Moura, Pároco de Santiago de Piães.

O Pe. Manuel Moura nasceu em S.Cristovão de Nogueira do Concelho de Cinfães no dia  23 de abril de 1944
e foi ordenado sacerdodte em 28 de agosto de 1982.

Após a sua ordenação foi nomeado pároco de Santiago de Piães, onde permaneceu até ao seu falecimento.

O funeral é amanhã, dia 1 de março na Igreja de Santiago de Piães às 11h00 e o seu corpo, segundo a sua vontade expressa, ficará sepultado no cemiterio local,  no meu cemitério onde estão sepultados, entre outros, o Pe. Jerónimo Nogueira, o Pe. Daniel da Costa e o Pe. Agostinho de Jesus e Sousa.

Paz à sua alma.

Adão Sequeira

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Direção da ASEL reune no Seminário de Lamego

No próximo dia 1 de março a Direção da ASEL irá reunir no Seminário Maior de Lamego com vista a preparar o próximo Encontro Nacional. Entre os diversos assuntos a tratar, relacionados com a temática do Encontro, estará também a abordagem à nomeação de D. António Francisco dos Santos para Bispo do Porto como figura proeminente da nossa Associação.
Mias desenvolviemntos decorrentes deste Encontro serão publicados aqui.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Padres de Aveiro tentaram evitar saída de D. António Francisco para o Porto

Novo bispo substitui D. Manuel Clemente após nove meses de espera; 
processo levantou muitas críticas em Aveiro, Porto e Lamego
 (in http://religionline.blogspot.pt/2014/02/padres-de-aveiro-tentaram-evitar-saida.html)

 
Um grupo de quatro padres da diocese de Aveiro tentou ontem, numa iniciativa de última hora, evitar a saída do actual bispo da diocese para o Porto. Sem sucesso: D. António Francisco foi nomeado esta manhã como sucessor de D. Manuel Clemente, nove meses depois da saída deste último para patriarca de Lisboa.
A informação, confirmada por RELIGIONLINE junto de várias fontes, não mereceu, até agora, qualquer comentário da Nunciatura do Vaticano em Lisboa, apesar do pedido de esclarecimentos feito ao final da manhã de hoje.
A reunião de ontem decorreu de forma cordata, tanto quanto foi possível apurar. Mas o núncio, o arcebispo italiano Rino Passigato, terá insistido com os quatro padres na irreversibilidade da decisão. O argumento invocado foi o da obediência ao Papa – embora a decisão seja, essencialmente, tomada pelo próprio representante diplomático da Santa Sé no país.
O padre João Gonçalves, da diocese de Aveiro, disse ao RELIGIONLINE que o sentimento de “mágoa” da diocese é “muito profundo”: D. António Francisco “está cá há muito pouco tempo [desde 2006] e, em poucos meses, temos uma segunda perda, depois da morte de D. António Marcelino”, em Outubro, lamenta.
João Gonçalves, responsável nacional pelas capelanias prisionais, acrescenta que, quando alguém é nomeado como bispo residencial de uma diocese, “há quase um matrimónio”. Por isso, ir buscar o bispo residencial de Aveiro para o Porto “começa por ser algo de estranho”. Mas o pior é que, entre o clero da diocese, o sentimento de perda, diz, “é indescritível: é a transferência de um pai”, conhecidas que são as qualidades humanas de D. António Francisco, na relação com as pessoas.
“A diocese de Aveiro não foi ouvida. E, se é verdade ter sido invocado o argumento da obediência, esse devia ser o último recurso, porque se deveria privilegiar o diálogo com a pessoa”, acrescenta.
“O que há de pior na Igreja”
O processo de escolha de um bispo começa normalmente por pedir a membros do clero que apresentem sugestões de nomes. Dessas sugestões (e das próprias ideias do núncio ou de outros bispos), são retirados três nomes – a terna –, que depois são enviados para Roma, já com as indicações do núncio do respectivo país. Pode haver casos em que há necessidade de uma segunda ou mesmo terceira lista, mas tudo é feito no maior secretismo, com juramentos das pessoas auscultadas, que podem ser excomungadas caso violem o segredo.
Este longo processo para a nomeação do novo bispo do Porto deixa, entretanto, marcas negativas em três dioceses: Aveiro, que fica sem o seu bispo; o Porto que, apesar de ser a mais populosa diocese do país, já desesperava pela nomeação; e Lamego, pois o nome que corria com mais insistência como provável para o Porto era o de D. António Couto, actual titular de Lamego.
“Pode haver razões para manter esta forma de nomear os bispos, mas exigem-se cada vez mais mudanças na metodologia usada”, defende o padre Rui Osório, pároco da Foz do Douro e cónego da Sé do Porto, que foi muito crítico da atitude da Nunciatura no processo.
“Se o processo fosse mais participado, os bispos, que são os garantes da sinodalidade, estariam mais sustentados no seu próprio lugar”, diz ao RELIGIONLINE.
O padre João Gonçalves comunga da mesma crítica: “Se houvesse mais pessoas auscultadas, as decisões seriam mais assumidas por todos. E ao dizermos que a Igreja é povo de Deus, isso tem de significar que o povo de Deus tem de ser escutado, para as pessoas se sentirem coresponsabilizadas.”
Licínio Cardoso, outro padre da diocese de Aveiro, foi também muito crítico da atitude da Nunciatura e do próprio processo, na sua página no Facebook: “Eis o sinal claro e evidente daquilo que de pior há na Igreja: o secretismo na nomeação dos bispos, a exclusão do povo de Deus na escolha do seu pastor. A ida de D. António Francisco para o Porto é a expressão mais visível da incompetência do núncio e de que é uma figura que está a mais na orgânica da Igreja. Um ano para escolher um bispo para o Porto!”
“Merecemos consideração”
Na diocese do Porto, as razões do profundo mal-estar prendem-se com a prolongada espera pela nomeação do novo bispo. Rui Osório, que também é jornalista, escreveu no Jornal de Notícias, em Janeiro, um texto muito crítico para com a Nunciatura do Vaticano em Lisboa: “Se  quiséssemos, até poderíamos, na Igreja Portucalense, fazer-nos de vítimas ou, como o Calimero, queixar-nos que já ninguém gosta de nós (‘é uma injustiça, pois é’ e ‘abusam porque sou pequenino’), especialmente a Nunciatura, supondo que a diplomacia do Vaticano tem responsabilidades em gerir com eficiência a nomeação do novo bispo do Porto.”
Rui Osório acrescentava: “Mesmo sem vitimização, já está a causar apreensão a lentidão do processo, num tempo em que o Papa Francisco tem imprimido à Igreja uma estimulante frescura renovadora.”
Num outro texto publicado no Facebook, Rui Osório tomava as notícias dos últimos dias, que apontavam o bispo de Lamego como novo responsável da diocese do Porto. E criticava ainda a representação diplomática do Vaticano em Lisboa, escrevendo: “Já dois diários adiantaram que o novo bispo será D. António Couto, que, para tomar posse, está à espera de restabelecer a sua saúde. Até o estado clínico vem a público! Entretanto, lamentavelmente, a Nunciatura, a quem cabe muita responsabilidade, fecha-se em copas e não torna oficial a informação, sendo cúmplice da informação posta a correr, sem sabermos se é ou não verdadeira. A Igreja tem dificuldade em aprender a lógica da Imprensa! Compreenda, ao menos e respeite, o Povo de Deus da diocese do Porto. Merecemos consideração.”
Este texto de Rui Osório foi pretexto para uma manifestação de solidariedade de João Aguiar Campos, presidente da administração da Rádio Renascença e director do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais, da Igreja Católica: “Quando se dilatam tanto as indecisões, qualquer decisão já é imperfeita. Percebo e partilho a dor/espanto das pessoas e da igreja local”, escrevia este responsável, num comentário ao texto de Rui Osório.
Mas nem só as dioceses de Aveiro e Porto saem feridas deste processo. Ao ter aparecido o nome de António Couto como provável sucessor, também a diocese de Lamego saiu chamuscada. Rui Vasconcelos, da Livraria Fundamentos, também criticou o facto, num dos comentários ao texto de Rui Osório no Facebook, dizendo que sofrem os católicos do Porto e de Lamego, “com a desestabilização que este tipo de ‘notícias’ provoca”. E acrescentava: “Sem entrar nas questões eclesiológicas da famosa ‘dança’ de bispos (de que a Igreja do Porto foi, parece-me, ‘vítima’), muitas vezes são as dioceses mais pequenas e interiores que sofrem no seu cuidado pastoral”. E o padre Rui Osório respondia: “Sim, é verdade, também a diocese de Lamego merece consideração e respeito. A ‘dança’ dos bispos, algumas vezes, é pouco clara. Lamentavelmente.”
Um padre da diocese de Lamego confirma esta situação: “O facto de D. António Couto estar doente e se falar dele para o Porto criou expectativas de mudança e retardou a actividade pastoral.”
Crise financeira, clero envelhecido, pouca democracia
Na mensagem que escreveu à diocese do PortoD. António Francisco diz que pede “compreensão” à diocese de onde sai, por ter aceite o serviço para o qual agora foi escolhido. Mas acrescenta: “Aveiro sabe como sempre aqui me senti feliz como bispo e como é grande a dor da separação.” Na mensagem que enviou à diocese que agora deixaAntónio Francisco acrescenta: “De todos os lugares fiz minha terra até ao fim. De todas as pessoas sempre me senti irmão. Em todos os lugares onde vivi e nos diferentes múnus que a Igreja me confiou eram previsíveis as mudanças. Menos aqui! Aveiro era para mim lugar, desígnio e missão até ao fim. Nunca aqui fui estranho nem me senti estrangeiro. Mas, hoje, compreendo, melhor do que nunca, que também aqui era simplesmente peregrino. Só Deus basta e só Cristo permanece.”
No Porto, o novo bispo vai encontrar uma tarefa nada fácil, como refere Rui Osório: uma diocese com uma “grave crise financeira”, um clero “escasso e envelhecido” e uma estrutura “pouco democrática e participativa, onde ainda falta a corresponsabilização eclesial”. 
Sendo a maior diocese do país em termos de população (dois milhões 114 mil habitantes), com uma superfície de três mil quilómetros quadrados, a diocese conta com 492 padres diocesanos e outros 920 membros do clero regular (ordens e congregações religiosas).

António Francisco dos Santos é natural do concelho de Cinfães (diocese de Lamego) e é padre desde Dezembro de 1972. Estudou em Lamego e em Paris e, em Dezembro de 2004, foi nomeado bispo auxiliar de Braga, onde esteve ano e meio, antes de ser escolhido como titular da diocese de Aveiro. É actualmente membro do conselho permanente da Conferência Episcopal Portuguesa.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Mensagem do novo bispo à Diocese do Porto

Caros Diocesanos,

Era tão imprevisível este chamamento que Deus agora me faz que não consegui balbuciar palavra, quando a decisão do Papa Francisco me foi comunicada.
Sei que é ao Santo Padre, como Bispo de Roma e Pastor Universal da Igreja, que compete dar Pastores a todas as Igrejas. Lembrei nesse momento a Palavra de Deus ao Profeta Jeremias: “Irás aonde Eu te enviar” (Jer 1,7).
Apesar desta palavra recorrente ao meu espírito e presente no meu coração, muitas as dúvidas e grande o temor com que me defrontei ao ver as minhas limitações e fragilidades, perante a grandeza da missão.
Interroguei-me dia e noite sobre o que posso eu levar de novo a uma Diocese habitada por tanta gente de bem e de valor e habituada a tão generosos servidores como bispos, presbíteros, diáconos, consagrados e leigos.
À Diocese de Aveiro peço a compreensão para este meu gesto ao serviço da Igreja, que em nada significa, menos respeito ou menor amor. Aveiro sabe como sempre aqui me senti feliz como bispo e como é grande a dor da separação.
Todavia, senti que só conseguiria reencontrar a serenidade de coração e a liberdade de espírito, quando com a ajuda de Deus vencesse todos os receios e temores.
Levo comigo o modo próximo de ser e de viver, a alegria convicta da fé e o desejo fraterno de a todos olhar com os olhos de Deus, para a todos servir como Deus quer e ama.
IN MANUS TUAS é o lema episcopal que escolhi, quando o Papa João Paulo II, me chamou a ser bispo auxiliar de Braga e titular de Meinedo. Renovei este mesmo compromisso diante do Papa Bento XVI quando me enviou para Aveiro. É com igual verdade que agora o afirmo diante do Papa Francisco. Este lema e os sentimentos que ele exprime unem-me a Cristo e à Sua Cruz e colocam-me sob o olhar terno da Mãe de Jesus, Senhora da Assunção, nossa Mãe e Padroeira.
Saúdo, como irmão que sempre serei, o senhor Administrador Apostólico, D. Pio Alves, os senhores Bispos Auxiliares, D. António Taipa e D. João Lavrador, os senhores Bispos Eméritos, os senhores Vigários Gerais, o Cabido da Catedral, os Sacerdotes, Seminários, Diáconos, Consagrados e Leigos.
Desde já afirmo a alegria de servir a grande comunidade humana da Diocese do Porto, com os seus eleitos e representantes autárquicos, as Autoridades Locais, as Universidades e Escolas, Instituições e Associações.
Quero dirigir uma palavra de muito afeto às crianças, aos jovens e às famílias.
Serei irmão e presença junto dos doentes, dos pobres e dos que sofrem e com eles procurarei fazer caminho de bondade e de esperança na busca comum de um mundo melhor.
Quero ser apóstolo das Bem-Aventuranças nestes tempos difíceis que vivemos.
Sei que é grande a missão que agora me é confiada, mas vou com alegria e generosidade ao vosso encontro para amar a Deus e vos servir.
Alegra-me e conforta-me ser irmão convosco, tão belo é o testemunho cristão da Igreja do Porto.
Que Deus me ajude e vos abençoe.
Abençoai-me, também vós, caros diocesanos.

Aveiro, 21 de fevereiro de 2014
D. António Francisco dos Santos, bispo eleito do Porto

Novo Bispo quer ser presença "simples, próxima e fraterna"!



Aveiro, 21 fev 2014 (Ecclesia) – O novo bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, disse hoje à Agência ECCLESIA que parte para esta missão com o objetivo de estar próximo de toda a população, de uma maneira “simples, próxima e fraterna”.
“Levo a minha entrega, a alegria de anunciar o Evangelho, a certeza da proximidade com todos, a disponibilidade para que todos encontrem em mim um pastor e um irmão”, declarou o prelado, em Aveiro, diocese da qual se vai despedir para assumir as funções confiadas pelo Papa Francisco.
D. António Francisco dos Santos, de 65 anos, era bispo de Aveiro desde 2006, cargo para o qual foi nomeado por Bento XVI.
“Quero ser porta-voz do amor de Deus, de um Deus que ama cada um em cada situação e em cada circunstância. Vou para agradecer a Deus a Igreja do Porto e para semear esperança”, afirmou.

Notícia completa aqui!

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D. António Francisco Bispo do Porto


“Quero ser apóstolo das Bem-Aventuranças nestes tempos difíceis que vivemos”, escreve, no texto enviado à Agência ECCLESIA.

É com enorme alegria e profundo orgulho que publico e vos anuncio aqui a notícia hoje tornada pública: D. António Franscisco dos Santos foi nomeado Bispo do Porto.
Por ter sido meu Vice-Reitor em Lamego, meu professor e amigo, este é um dos dias felizes em que dá gosto ouvir a rádio ou ver a televisão, contrastando com o negrume dos tristes acontecimentos dos últimos dias, que nos chegam um pouco de todo o lado.
Estou confiante que esta nomeação é uma Benção para a Diocese do Porto e o reconhecimento das virtualidades de um homem inteligente e de um Bispo à altura dos acontecimentos do seu tempo. Deixa para trás, um rasto de trabalho pastoral com frutos, em particular nos últimos anos na Diocese de Aveiro, e uma saudade de quem o gostaria de ter sempre como Pastor.
A Diocese de Lamego exulta, certamente, com esta nomeação.
A Diocese do Porto contará com um Bispo da dimensão que a sua História sempre nos habituou.
A ASEL sente orgulho e apresenta as sinceras felicitações.
Parabéns D. António Francisco, pode contar sempre connosco.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Nossa Senhora de Lourdes




O dia de Nossa Senhora de Lourdes é para nós dia de Memória, saudade e lembrança de tempos idos em que partilhamos a fé e a vocação sob a proteção de Maria.
É sempre dia de Festa do Seminário de Resende.
Dia dos Seminaristas e das suas famílais.
Dia de Esperança no futuro vocacional e sacerdotal.
Mais um dia para recordar o nosso Seminário!


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O XXII DIA MUNDIAL DO DOENTE


Fé e caridade: «Também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16)

Amados irmãos e irmãs!
1. Por ocasião do XXII Dia Mundial do Doente, que este ano tem como tema Fé e caridade: também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16), dirijo-me de modo particular às pessoas doentes e a quantos lhes prestam assistência e cura. A Igreja reconhece em vós, queridos doentes, uma presença especial de Cristo sofredor. É assim: ao lado, aliás, dentro do nosso sofrimento está o de Jesus, que carrega connosco o seu peso e revela o seu sentido. Quando o Filho de Deus subiu à cruz destruiu a solidão do sofrimento e iluminou a sua escuridão. Desta forma somos postos diante do mistério do amor de Deus por nós, que nos infunde esperança e coragem: esperança, porque no desígnio de amor de Deus também a noite do sofrimento se abre à luz pascal; e coragem, para enfrentar qualquer adversidade em sua companhia, unidos a Ele.

2. O Filho de Deus feito homem não privou a experiência humana da doença e do sofrimento mas, assumindo-os em si, transformou-os e reduziu-os. Reduzidas porque já não têm a última palavra, que é ao contrário a vida nova em plenitude; transformados, porque em união com Cristo, de negativas podem tornar-se positivas. Jesus é o caminho, e com o seu Espírito podemos segui-lo. Como o Pai doou o Filho por amor, e o Filho se doou a si mesmo pelo mesmo amor, também nós podemos amar os outros como Deus nos amou, dando a vida pelos irmãos. A fé no Deus bom torna-se bondade, a fé em Cristo Crucificado torna-se força para amar até ao fim também os inimigos. A prova da fé autêntica em Cristo é o dom de si, o difundir-se do amor ao próximo, sobretudo por quem não o merece, por quantos sofrem, por quem é marginalizado.

3. Em virtude do Baptismo e da Confirmação somos chamados a conformar-nos com Cristo, Bom Samaritano de todos os sofredores. «Nisto conhecemos o amor: no facto de que Ele deu a sua vida por nós; portanto, também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16). Quando nos aproximamos com ternura daqueles que precisam de cura, levamos a esperança e o sorriso de Deus às contradições do mundo. Quando a dedicação generosa aos demais se torna estilo das nossas acções, damos lugar ao Coração de Cristo e por Ele somos aquecidos, oferecendo assim a nossa contribuição para o advento do Reino de Deus.

4. Para crescer na ternura, na caridade respeitadora e delicada, temos um modelo cristão para o qual dirigir o olhar com segurança. É a Mãe de Jesus e nossa Mãe, atenta à voz de Deus e às necessidades e dificuldades dos seus filhos. Maria, estimulada pela misericórdia divina que nela se faz carne, esquece-se de si mesma e encaminha-se à pressa da Galileia para a Judeia a fim de encontrar e ajudar a sua prima Isabel; intercede junto do seu Filho nas bodas de Caná, quando falta o vinho da festa; leva no seu coração, ao longo da peregrinação da vida, as palavras do velho Simeão que lhe prenunciam uma espada que trespassará a sua alma, e com fortaleza permanece aos pés da Cruz de Jesus. Ela sabe como se percorre este caminho e por isso é a Mãe de todos os doentes e sofredores. A ela podemos recorrer confiantes com devoção filial, certos de que nos assistirá e não nos abandonará. É a Mãe do Crucificado Ressuscitado: permanece ao lado das nossas cruzes e acompanha-nos no caminho rumo à ressurreição e à vida plena.

5. São João, o discípulo que estava com Maria aos pés da Cruz, faz-nos ir às nascentes da fé e da caridade, ao coração de Deus que «é amor» (1 Jo 4, 8.16), e recorda-nos que não podemos amar a Deus se não amarmos os irmãos. Quem está aos pés da Cruz com Maria, aprende a amar como Jesus. A Cruz «é a certeza do amor fiel de Deus por nós. Um amor tão grande que entra no nosso pecado e o perdoa, entra no nosso sofrimento e nos confere a força para o carregar, entra também na morte para a vencer e nos salvar... A Cruz de Cristo convida-nos também a deixar-nos contagiar por este amor, ensina-nos a olhar sempre para o outro com misericórdia e amor, sobretudo para quem sofre, para quem tem necessidade de ajuda» (Via-Sacra com os jovens, Rio de Janeiro, 26 de Julho de 2013).

Confio este XXII Dia Mundial do Doente à intercessão de Maria, para que ajude as pessoas doentes a viver o próprio sofrimento em comunhão com Jesus Cristo, e ampare quantos deles se ocupam. A todos, doentes, agentes no campo da saúde e voluntários, concedo de coração a Bênção Apostólica.

Vaticano, 6 de Dezembro de 2013.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

ENCONTRO NACIONAL 2014

Informamos 
todos os aselistas que o 
ENCONTRO NACIONAL DE 2014 

será realizado no 
SEMINÁRIO MAIOR DE LAMEGO, 
no dia 3 de maio de 2014.

Programa a apresentar oportunamente.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Feliz Natal!



















Fazer acontecer Natal 

é deixar brilhar o pedacinho de Deus 
que cada um tem dentro de si.
Partilhar essa Luz
vai fazer alguém mais feliz.
A todos os ASELISTAS e suas famílias
a Direção de ASEL 
deseja um Santo e Feliz Natal!
Um ano de 2014 
com todos os projetos concretizados.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

… E outras aventuras do Espírito e da convivência Humana

O Projeto “Por mares dantes navegados” foi sugerido no âmbito do recém-terminado (e esperamos natal_arvore_verdeque continuado) “Ano da Fé”, e consiste no voltar a percorrer caminhos outrora percorridos por quem se aventurou a espalhar a Fé “… por mares nunca dantes navegados… mais do que permitia a força humana…”. O país escolhido foi Cabo Verde. Procurou fazer-se um roteiro múltiplo de lazer e de contacto e partilha com as comunidades locais e com a igreja a nível nacional. Neste momento, em cima do prazo para fechar inscrições, apela-se ainda à participação que será seguramente de uma riqueza impar e que o turismo, por si só, não pode proporcionar.
Esta atividade gerou empenhamento e ligação em rede, quase nacional, quando surgiu a ideia de não ir de mãos vazias (já que os corações iriam sempre repletos). No sentido de angariar fundos para entregar às duas dioceses de Cabo Verde, com a finalidade de ajudar às despesas dos seus alunos do Seminário Maior que vêm a Portugal fazer estes estudos, pensaram-se várias atividades em diversos pontos do país.
✓     A primeira foi um almoço em 5 de Outubro, organizado por um grupo da ASDL – Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Leiria no “Cardápio do Visconde”, nos Marrazes, cujos proveitos, que se fizeram sobrar, reverteram para esta finalidade.
✓     O primeiro concerto para o projeto “Por mares dantes navegados”, aconteceu em Lamego, no teatro “Ribeiro da Conceição”, promovido pela ASEL – Associação dos Antigos Alunos do Seminário de Lamego. Foi no dia 27 de Outubro passado. Um aplauso e um agradecimento muito especial à ASEL, à Camara Municipal de Lamego, ao Seminário de Lamego e aos dois grupos que animaram o espetáculo: Grupo Coral de Resende e The River Brass Band; e ainda aos Fumeiros Porfírio.
✓     No dia 20 de Dezembro, um outro concerto na “Casa das Artes de Famalicão”, onde esperamos sentar mais de 500 pessoas a assistir, dá corpo a mais uma atividade para esta causa. É um concerto de “Natal solidário”, promovido pelas Associações dos Antigos Alunos dos Seminários de Braga, de Leiria, dos Combonianos e ainda com contributo das Associações dos Seminários de Vila Real e Franciscanos. Aqui participarão Antigos Alunos dotados nas artes como João Junqueira e Luís Matias (Leiria); Rui Mesquita (Verbita); António Sousa (Braga); Normando Machado (Vila Real); e uma série de outros amigos, músicos de craveira que cronicamente partilham deste sentir. O agradecimento vai para todos eles, para a Câmara Municipal de V. N. de Famalicão que escancarou as portas da Casa das Artes e do seu Staff para colaborar nesta aventura, e algumas empresas que apoiam nas despesas elementares e que acabam por engordar um pouco este pequeno mealheiro que queremos levar a Cabo Verde.
✓     Estão ainda previstos mais dois concertos, em Braga e em Leiria, com a participação destes músicos, em datas ainda a anunciar.
No dia 23 de Novembro, realizou-se em Braga a Assembleia Geral da UASP, com três grandes pontos em Agenda: Aprovação do plano de atividades e orçamento para 2014; o ponto da situação do projeto “Por Mares Dantes Navegados”; o ponto da situação da programação do Fórum a realizar em Braga, em 13 e 14 de Setembro de 2014, com o tema “Olhares sobre o II Concílio do Vaticano”, a propósito dos seus 50 anos. Serão duas grandes realizações para o ano 2014, que já movimentam hoje muita energia, ideias e pessoas de todo o país. A Associação de Antigos Alunos do Seminário de Braga que preside à Assembleia Geral da UASP, recebeu-nos principescamente, e tivemos ainda a honra de ser visitados com palavras de estímulo pelo Sr. Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.
É sem dúvida uma aventura tridimensional, como sugere o título, para a qual convidamos todos a envolverem-se mais, numa adesão que fortaleça os nossos laços, a nossa força, as nossas Associações, a nossa União, e se projete e transborde para a comunidade… como “fermento na massa”.
Luís Matias

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Eu sou a Ressurreição e a Vida!

É com profunda e humana tristeza mas com esperança na Vida de Jesus Ressuscitado que comunicamos que faleceu ontem o pai dos nossos amigos aselistas Manuel e Pe Diogo Filipe. Pelo testemunho, participação, dedicação e presença que sempre demonstram nos Encontros e nas atividades da ASEL este momomento é também para nós de profundo pesar e de solidariedade para com o Manuel Filipe e o Pe Diogo.
O funeral terá lugar hoje pelas 15H30 na Igreja Paroquial de Penude.

"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigénito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. 
João 3:16

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Ceia de Natal do Núcleo do Porto

"O almoço-encontro de Natal do Núcleo da Asel – Porto será no dia 14 de Dezembro – sábado.
O repasto será no Restaurante “Mauritânia Grill / Viveiros da Mauritânia”, situado na Av. Combatentes da Grande Guerra, 50, Leça da Palmeira (frente à praia).
A ementa, além das habituais entradas e sobremesas (fruta laminada e rabanadas), será Arroz de Tamboril com filete de pescada. Se alguém não gostar, poderá escolher outra ementa.
O preço será 20 € por pessoa.
Hora de recepção: Das 12H30 até à hora de almoço - 13H00
Solicita-se confirmação da (s) presença (s) até 10 de Dezembro, para os contactos:
tlm.: 966 140 700,

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Concerto em Lamego, 27 de Outubro, 16horas




No  âmbito  do  projecto  "Por  mares  dantes  navegados", a ASEL, respondendo  ao 

repto  lançado  pela  Direcção  da UASP, em  parceria  com  a Câmara  Municipal  de 

Lamego, promove  a  realização  de  um  concerto  que  terá  lugar  no Teatro  Ribeiro 

Conceição, em Lamego, no próximo dia 27 de Outubro, pelas 16 horas.

As receitas (3.50€ por pessoa) reverterão na íntegra para um fundo que o grupo que irá 

a Cabo Verde, no final de Fevereiro do próximo ano, entregará às suas Dioceses como 

contributo simbólico para apoiar a formação dos seus seminaristas.

Apresentado  por  Luís  Matias,  do  Secretariado  da  UASP, o  concerto  contará  com  a 

actuação do Grupo Coral de Resende  e com The River Brass Band.

É neste contexto que convidamos todos os que puderem, a juntarem-se a esta festa cuja 

música ecoará até Cabo Verde!

Esperamos por vós!

A Direcção da UASP.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Após 40 anos Resende tem nova Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Lamego, Viseu, 13 ago 2013 (Ecclesia) – D. António Couto, bispo de Lamego, vai presidir no próximo dia 25 à cerimónia de bênção e dedicação da nova igreja da Imaculada Conceição, em Resende, a partir das 16h00.
A nova igreja é a realização de “uma ambição com mais de 40 anos”, informa a Câmara Municipal de Resende, e a obra foi iniciada a 24 de julho de 2011 com cerimónia da bênção e lançamento da primeira pedra.
O edifício conta com várias obras do mestre José Rodrigues, “um dos maiores nomes das artes plásticas portuguesas”, entre as quais se destaca a escultura de Cristo Ressuscitado, explica a autarquia, no seu site.
A nova igreja da Imaculada Conceição em Resende, a cerca de 65 quilómetros da sede de Distrito Viseu e a 37 quilómetros da sede da Diocese Lamego, está localizada num terreno cedido pela Câmara Municipal local, “no limite nascente da área urbana da vila”.
Com uma arquitetura moderna, tem uma torre sineira com desenvolvimento vertical e altura acentuada, “que pretende estabelecer a marcação simbólica e religiosa do local”, explica a edilidade de Resende.
O edifício está organizado para que os diferentes espaços litúrgicos estejam diferenciados e hierarquizados dos restantes: acesso/entrada, templo, presbitério/altar, batistério e pátio.
Com um valor final que ultrapassou os 800 mil euros, este investimento teve a participação “de 30% pela Direção-Geral das Autarquias Locais, através das dotações incluídas no seu PIDDAC”, explica a Câmara Municipal de Resende.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Mário Araújo Pereira Pinto

Breve Nota Biográfica


O Rev. Padre Mário Araújo Pereira Pinto, filho de Arlindo Pereira Pinto e Maria de Lourdes Blanche de Araújo Pinto, natural de Souzelo, concelho de Cinfães, Diocese de Lamego, foi ordenado Diácono a 30 de Março de 1947 e Presbítero a 29 de Junho de 1947 na Sé Catedral de Lamego.
Depois de ter sido ordenado sacerdote, foi, primeiro, Secretário do Sr. D. João da silva Campos Neves, Bispo de Lamego que o ordenou. Posteriormente, foi Formador e Vice-Reitor do Seminário Menor de Resende e, por fim, Secretário pessoal do Sr. D. António de Castro Xavier Monteiro.
Em 1970, abandonou o exercício do ministério sacerdotal e contraiu matrimónio civil com a Sra. Otília Soares tendo, posteriormente, obtido a dispensa das obrigações do estado clerical e do celibato por parte do Sumo Pontífice.
Entrou na casa do Pai a 10 de Julho de 2013, tendo sido sepultado no Cemitério n. 1 de Ermesinde.


Lamego, 12 de Julho de 2013